ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Avon demite executiva denunciada por manter idosa em trabalho análogo à escravidão

Foto: Divulgação l MPT

Na última sexta-feira (26), a empresa Avon demitiu uma executiva de nome Mariah Corazza Üstündag. De acordo com o site UOL, a mulher foi denunciada por manter, em casa, uma idosa de 61 anos em trabalho análogo à escravidão. Acusada de violar os direitos humanos, ela chegou a ser presa, mas foi liberada após pagar fiança de R$ 2.100. Ainda segundo o site, Mariah, que tem 29 anos, mora em uma área nobre da capital paulista e mantinha a idosa em um cômodo utilizado como depósito. No local, que não tinha banheiro. A idosa, que não teve a identidade revelada, trabalhava para a família por pelo menos 20 anos, mas 13 anos de serviço ela sequer teve a carteira assinada. Como agravante, a senhora também não recebia 13º salário e não tinha férias. Em nota, a empresa informou em nota que não admite violações dos direitos humanos por parte de seus colaboradores e que prestará acolhimento à vítima. O Ministério Público do Trabalho encaminhou na sexta-feira (26) um pedido à Justiça do Trabalho em São Paulo para bloqueio da venda da casa, enquanto o processo ainda esteja em aberto. Além do atendimento a solicitação, foi determinado que a idosa receberá três parcelas do seguro desemprego. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário