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'Governo do Estado não sabe o caos que vive a Polícia Civil na Bahia', diz presidente do Sindpoc

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Após aprovação da PEC nº 159, do Governo do Estado, os Policiais Civis da Bahia decidiram realizar uma paralisação de 24 horas na próxima sexta-feira (7). Com isso gerou-se uma insatisfação muito grande por parte da categoria, que inclusive promete não mais buscar parcerias que possam melhorar os atendimentos nas unidades do interior. Segundo a categoria, algumas delegacias do Estado só funcionam graças a parcerias entre prefeituras e empresas privadas, que acabam não só fornecendo a estrutura física como também combustível para as viaturas. "É normal no interior, a Polícia Civil conseguir no comércio material de expediente, combustível e estrutura. E a gente vai suspender essa [ajudinha] que é dada ao Estado para poder funcionar. A gente vai mostrar as mazelas e o caos que a Polícia Civil vive hoje por falta de investimentos", relata Eustácio Lopes, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc). Outro ponto citado por ele é a falta de profissionais no interior da Bahia, o que dificulta o trabalho da categoria. Além disso, de acordo com o sindicalista, os servidores são do próprio município, em uma espécie de "barganha". "As unidades que não tiverem convênio com o Estado, nós vamos devolver esse servidor ao município local para que o Governo veja como anda a Polícia no interior", afirma Lopes que ainda completou citando na qual a "Bahia é um dos estados líderes em menor elucidação de crimes devido à falta de equipamentos para o trabalho que os policiais vivem. Hoje, vários municípios da Bahia só têm delegacia porque o município cede o prédio. É o total abandono da instituição pelo estado. Isso penaliza o cidadão. Queremos o respeito do Estado”, esclareceu o presidente do Sindpoc.



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