ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Ônibus escolar pega fogo na zona rural de Rio do Antônio e assusta estudantes

Abastecimento de água será interrompido em Brumado e Malhada de Pedras para manutenção na quinta-feira (30)

Vacimóvel amplia acesso à vacinação e inicia atendimentos em Brumado

PM intervém em ameaça entre vizinhas no Brisas II, em Brumado

Brumado: Homem é preso em flagrante por estupro de sobrinha de 7 anos, diz PM

Brumado: Mancha Verde Futebol Clube leva mensagem de consciência negra aos gramados em campeonato de veteranos

Brumado: Caminhada de conscientização sobre o autismo mobiliza famílias e reforça debate sobre inclusão

Livramento de Nossa Senhora: Empresários são alvos de mandados por suspeita de tortura contra jovem com deficiência auditiva e de fala

Bastidores apontam Maguinho como pré-candidato a deputado estadual em Brumado

Motorista é conduzido por embriaguez ao volante durante fiscalização na BR-030, em Brumado


Estudante baiana que criou tecnologia para filtrar água por meio da luz solar ganha prêmio da ONU

Foto: Divulgação l ONU

A estudante baiana que criou uma tecnologia para filtrar água por meio da luz solar ganhou um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), graças ao projeto. O Prêmio Jovens Campeões da Terra é voltado para jovens empreendedores com ideias inovadoras para o futuro do planeta. Anna Luísa Beserra tem 21 anos e ficou entre 35 finalistas globais e concorreu na categoria América Latina e Caribe com outros 4 jovens. É a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio. A premiação será realizada durante uma cerimônia na 74ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, no dia 26 de setembro, em Nova York. Segundo o G1, em abril, o projeto ganhou um outro prêmio que reuniu 400 startups de tecnologia nos Estados Unidos. O prêmio foi R$ 25 mil. O nome do projeto é "Aqualuz". Anna Luísa, que é formada em Biotecnologia pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), teve a ideia quando tinha 15 anos e ainda estava no ensino médio. Ela contou com apoio de outros três estudantes para desenvolver a startup. O sistema do grupo usa radiação solar para tornar a água contaminada própria para consumo em regiões castigadas pela seca de forma sustentável. Trata-se de uma caixa de inox que é coberta por um vidro e uma tubulação simples ligada à cisterna, um reservatório comumente usado para armazenar água da chuva ou de caminhão-pipa. A filtragem da água ocorre sem a necessidade de uso de compostos químicos. O dispositivo, que filtra até 28 litros de água por dia, dura cerca de 15 anos e precisa apenas de limpeza com água e sabão, troca do filtro natural (com o estoque de refil já fornecido), sem precisar de manutenção externa ou energia elétrica. Testes preliminares feitos em laboratório certificado, que usaram parâmetros do Ministério da Saúde, revelaram que o "Aqualuz" reduziu em 99,9% a presença de bactérias de referência. Atualmente, o "Aqualuz" já distribui água potável para 265 pessoas, na Bahia, e o objetivo é alcançar mais 700 ainda este ano.

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário