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Termina a fase de instrução do processo que pede a cassação do prefeito e vice de Brumado

Foto: 97NEWS

O processo (0000547-58.2016.6.05.0090) em tramitação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no qual pede a cassação do então prefeito de Brumado, Eduardo Lima Vasconcelos (PSB) e do vice-prefeito, Édio Pereira (PCdoB) concluiu sua fase de instrução no último dia 05 de setembro. Com a conclusão, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral que tramita na 90ª Zona Eleitoral de Brumado está pronta para sentença. Na denúncia feita em 12 de dezembro de 2016, o Ministério Público Eleitoral (MPE) ajuizou uma investigação para apurar possíveis irregularidades no que se refere a "arrecadação e gastos ilícitos em face de Eduardo Lima Vasconcelos e Édio da Silva Pereira, então candidatos a prefeito e a vice-prefeito de Brumado". Ainda segundo consta na denúncia ao MPE, "no lançamento da pré-candidatura de Eduardo Vasconcelos, em vez de ser evento para tratar da organização dos procedimentos eleitorais, da discussão de políticas públicas, dos planos de governo e das alianças partidárias, transformou-se em comício com promessas e propostas, como se a disputa eleitoral tivesse se iniciado". 

Foto: Reprodução l TRE

Conforme o processo, ainda consta que "houve carros de som convidando a população e divulgando música que o ora representado já havia utilizado em campanhas anteriores, quando ele fazia alusão a seu empenho junto ao governo do Estado para resolver o problema de abastecimento de água". Nesse mesmo ano o carro de som chegou até ser apreendido e em decisão local, a reunião também foi suspensa por ordem judicial, mas acabou acontecendo por força de liminar. O Ministério Público Eleitoral, pede a condenação dos acusados, por entender que houve "Propaganda Extemporânea", gastos eleitorais antecipados e com violação às normas de prestação de contas. O MPE afirma ainda "que houve recursos que não transitaram pela conta específica, havendo evidências de [caixa dois] e abuso de poder econômico que serviram para desequilibrar o pleito eleitoral". Já o prefeito e o vice se defendem, negando a prática de irregularidades, e que após o pleito as suas contas haviam sido aprovadas.



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