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Brumado: Gerente de distribuidora de GLP diz que venda fracionada de gás de cozinha poderá sair mais cara ao consumidor

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O assunto chamou a atenção dos consumidores que nem sempre tem o valor total de R$ 65 ou R$ 70 no bolso para pagar por um botijão de 13 kg -- preço médio aplicado em Brumado e região. A nova proposta surgiu da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com ela, o consumidor de gás liquefeito de petróleo (GLP), que é o gás de cozinha, poderá encher o botijão de forma parcial, sem ser obrigado a comprar ele cheio, como ocorre hoje. Essa é uma das medidas que podem ser implementadas pelo governo nos próximos meses. Segundo a ANP, "isso impacta particularmente as famílias de baixa renda, que chegam ao final do mês sem recursos para comprar um botijão completo. Assim, uma dona de casa pode ser levada a migrar para o carvão, a lenha e o álcool, correndo riscos e criando implicações para a saúde pública". Novas regras para o GLP devem ser discutidas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em uma reunião prevista para o final de agosto. Além do fracionamento do gás de cozinha, o governo quer permitir o enchimento do mesmo botijão por diferentes marcas, o que é proibido. Mesmo em condições seguras, não é permitido o engarrafamento de botijões de uma marca distinta da estampada no vasilhame. Outra mudança pode ser a opção de o consumidor levar o botijão de gás vazio diretamente para locais de enchimento, sem precisar devolver o vasilhame e pagar pelo volume residual que permanece no recipiente ao final do uso. Para a gerente de uma distribuidora de GLP em Brumado, Adriana Araújo, a medida do governo ainda é de muita expectativa. "Qualquer mudança no setor de gás de cozinha envolve a legislação, a regulamentação no setor de segurança e transportes e, ai a gente tem que aguardar como é que o governo vai se posicionar em relação a isso", disse ao 97NEWS. 

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Ainda segundo Adriana, a venda do gás fracionado não trará uma redução de valores para o consumidor. "A venda fracionada trará apenas a possibilidade do consumidor comprar o gás numa quantidade que caiba no bolso dele. Porque muitos não sabem, mas a venda fracionada ela acaba aumentando o preço final do produto por conta logística", relata. De acordo com a gerente, outra preocupação é o quesito segurança. Segundo ela, existem cerca de 120 milhões de vasilhames espalhados pelo pais, e esses recipientes não poderão ser usados na compra fracionada. "A embalagem que nós temos hoje, ela só pode ser envazada e lacrada em bases industriais. Então, primeira vai necessitar um investimento em vasilhames, é um vasilhame mais caro, e necessariamente ele não vai ser tão acessível à uma população de baixa renda", esclareceu Araújo. A gerente de distribuidora também ressalta que a venda fracionada quebrará algumas regras de segurança, no qual o consumidor será responsável pelo transporte do GLP a partir do momento em que ele sair da revenda. "Nós temos hoje uma regulamentação que garante o transporte do gás com toda segurança. Mas se a venda fracionada acontecer, a partir do momento que você sai do posto de abastecimento, nesse transporte, todo risco daquele gás que você tá levando, é seu. Então se você se envolver em um acidente ou coisa parecida, será de sua responsabilidade e não mais da empresa que revende o produto", alertou Adriana que acrescenta ainda sobre o investimento que pode ser muito alto. "O que sabemos é que os vasilhames podem custa de 50 a 120% a mais do que é vendido hoje no mercado. Então isso demonstra que o investimento é bem mais alto. Além disso a instalação do tanque na distribuidora tem que ser regulamentado", comentou a gerente de distribuidora de GLB.

 



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