ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conquista: Comerciante é preso vendendo celulares com restrição de roubo

Bahia receberá primeira Copa Indígena de Futebol

Empresa brumadense está entre as classificadas para o Prêmio BBM de Logística 2021

Caminhoneiros acusam ministro de se empenhar para desarticular greve

Itapetinga: Homem é preso suspeito de se passar por funcionário de bancos e aplicar golpes de mais de R$ 50 mil

Brumado: Moradores da rua Bocaiuva reclamam que coleta não está sendo realizada e lixo se acumula pela rua

Novo decreto que vai liberar 50% da capacidade dos estádios na Bahia

Brumado: Moradores da Rua Princesa Leopoldina rompem manilha de esgoto após alagamento de casas

Brumado: Moradores reclamam de criação de porcos perto de residências no bairro São Felix

Brumado: Câmara recua e não vota proposta para volta das máscaras de proteção

Conquista: Acidente entre carro de passeio e carreta deixa quatro mortos

Senhor do Bonfim: Operação prende empresário considerado 'príncipe do tráfico'

Após reivindicação da vereadora Verimar, operação 'Água Potável' é iniciada em Brumado

Petrobras sobe novamente preços da gasolina e do diesel

Brumado: OAB vai acionar prefeito na Justiça após decreto que liberou uso de máscaras

Brumado: Colisão lateral entre veículo de passeio e moto deixa dois feridos na BA-148

Motociclista de 42 anos morre em acidente na BA-148

Brumado: Venha conhecer a loja Império Utilidades

Obras da Fiol entre Ilhéus e Caetité vai gerar até 60 mil novos empregos

Tem novidade na Gel Sol, sua representante Intelbras na Bahia


Polícia Civil lança aplicativo que ajudará vítimas de violência doméstica em Brumado

Foto: Divulgação

A fim de tornar ainda mais efetivas as medidas protetivas de urgência, um dos principais instrumentos no combate à violência doméstica, a Polícia Civil de Brumado, lançou no último dia 22 deste mês, um aplicativo denominado "Ama Maria" com o objetivo de facilitar Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher em Brumado. O sistema foi elaborado em parceria com a W. Souza Sistemas e idealizado pela investigadora Débora Andrade. O aplicativo de banco de dados de medidas protetivas ainda está em desenvolvimento e já se encontra em fase de teste com os policiais civis. A plataforma tem como objetivo o fácil acesso, por parte das mulheres, além disso, combater a violência coméstica contra a mulher e implementar a política de proteção às vítimas e seus familiares, aspirando a promoção da justiça e da equidade social. O aplicativo também vai disseminar informações sobre a Lei Maria da Penha, oferecer serviços da Rede de Proteção e combate à violência doméstica contra a mulher. As medidas protetivas são instrumento da Lei 11.340/06, a Lei Maria da Penha, e são concedidas a fim de proteger a vítima de agressão doméstica, impedindo que o suspeito se aproxime novamente dela. As medidas são solicitadas pela autoridade policial, geralmente delegados, e concedidas pelo Poder Judiciário. A concessão e a suspensão das medidas são comunicadas diretamente às vítimas e aos investigados e, durante sua tramitação, podem vir a ser modificadas ou extintas, sem ser necessário que essas mudanças sejam comunicadas oficialmente aos policiais civis e militares. 

Foto: Divulgação

Nesse sentido, o acesso pelos policiais que atuam na situação das medidas protetivas, nos horários em que os fóruns estão fechados, é uma das dificuldades para a fiscalização da medida. Com o aplicativo, os policiais têm acesso ao banco de dados que será alimentado pela equipe de investigadores da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin). Segundo o coordenador da 20ª Coorpin, Leonardo Rabelo, o “Ama Maria”, como é conhecido o aplicativo, é uma ferramenta de expressiva importância que será utilizada na qualificação do atendimento das mulheres vítimas de violência e na efetivação das medidas protetivas de urgência. “Parabéns a todos pela idealização do Projeto, e coloco-me à disposição para auxiliar no desenvolvimento do mesmo. Esse aplicativo será muito importante para o município de Brumado, e será uma ferramenta pioneira na Bahia”, afirmou. A investigadora Débora Andrade, responsável pelo projeto, explica que o aplicativo vem para facilitar o diálogo e a troca de informações entre o Judiciário e as Polícias. Ela explica que a plataforma pretende dar mais efetividade ao que a Lei Maria da Penha prevê, que é a proteção das mulheres via medida protetiva de urgência. “Quando a gente atende uma vítima e ela diz que tem medidas protetivas, há duas possibilidades: ou ela tem que ter essas medidas impressas, ou a gente tem que tentar contato com o fórum para saber se existe essa medida, quais são os limites, se essas medidas estão em vigor, quem é o agressor”, ressalta.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário