ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy

Consumo de ovos no Brasil deve crescer e chegar a 307 unidades por pessoa em 2026


Polícia Civil lança aplicativo que ajudará vítimas de violência doméstica em Brumado

Foto: Divulgação

A fim de tornar ainda mais efetivas as medidas protetivas de urgência, um dos principais instrumentos no combate à violência doméstica, a Polícia Civil de Brumado, lançou no último dia 22 deste mês, um aplicativo denominado "Ama Maria" com o objetivo de facilitar Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher em Brumado. O sistema foi elaborado em parceria com a W. Souza Sistemas e idealizado pela investigadora Débora Andrade. O aplicativo de banco de dados de medidas protetivas ainda está em desenvolvimento e já se encontra em fase de teste com os policiais civis. A plataforma tem como objetivo o fácil acesso, por parte das mulheres, além disso, combater a violência coméstica contra a mulher e implementar a política de proteção às vítimas e seus familiares, aspirando a promoção da justiça e da equidade social. O aplicativo também vai disseminar informações sobre a Lei Maria da Penha, oferecer serviços da Rede de Proteção e combate à violência doméstica contra a mulher. As medidas protetivas são instrumento da Lei 11.340/06, a Lei Maria da Penha, e são concedidas a fim de proteger a vítima de agressão doméstica, impedindo que o suspeito se aproxime novamente dela. As medidas são solicitadas pela autoridade policial, geralmente delegados, e concedidas pelo Poder Judiciário. A concessão e a suspensão das medidas são comunicadas diretamente às vítimas e aos investigados e, durante sua tramitação, podem vir a ser modificadas ou extintas, sem ser necessário que essas mudanças sejam comunicadas oficialmente aos policiais civis e militares. 

Foto: Divulgação

Nesse sentido, o acesso pelos policiais que atuam na situação das medidas protetivas, nos horários em que os fóruns estão fechados, é uma das dificuldades para a fiscalização da medida. Com o aplicativo, os policiais têm acesso ao banco de dados que será alimentado pela equipe de investigadores da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin). Segundo o coordenador da 20ª Coorpin, Leonardo Rabelo, o “Ama Maria”, como é conhecido o aplicativo, é uma ferramenta de expressiva importância que será utilizada na qualificação do atendimento das mulheres vítimas de violência e na efetivação das medidas protetivas de urgência. “Parabéns a todos pela idealização do Projeto, e coloco-me à disposição para auxiliar no desenvolvimento do mesmo. Esse aplicativo será muito importante para o município de Brumado, e será uma ferramenta pioneira na Bahia”, afirmou. A investigadora Débora Andrade, responsável pelo projeto, explica que o aplicativo vem para facilitar o diálogo e a troca de informações entre o Judiciário e as Polícias. Ela explica que a plataforma pretende dar mais efetividade ao que a Lei Maria da Penha prevê, que é a proteção das mulheres via medida protetiva de urgência. “Quando a gente atende uma vítima e ela diz que tem medidas protetivas, há duas possibilidades: ou ela tem que ter essas medidas impressas, ou a gente tem que tentar contato com o fórum para saber se existe essa medida, quais são os limites, se essas medidas estão em vigor, quem é o agressor”, ressalta.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário