ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Jogador brumadense assina contrato com o Palmeiras por quatro anos

ONU defende que licenças para produção de vacinas sejam dadas ao Brasil e Índia

Bahia ultrapassa 84 mil pessoas que tomaram 1ª dose de vacina contra a Covid-19

Fura-filas da vacinação não terão direito à segunda dose e poderão ser presos

Morre em decorrência da Covid-19 o médico de 44 anos, Dr. Lívio

New Kenko Purificadores: Beba água de qualidade e garanta a saúde para sua família

Brumado: Sem espetáculos há quase oito meses, circo volta a realizar apresentações ao público

Justiça Federal nega liminar contra prefeito de Candiba que furou fila de vacinação

Falso policial civil é preso por aplicar golpe em Livramento de Nossa Senhora

Super promoção da Loja Império 10: duas peças por somente R$ 15

Brumado: Município recebe 480 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford

RotSat: Rastreamento de veículos ou de sua frota!

Brumado chega à 47 óbitos por conta da Covid-19

Pax Nacional sempre ao seu lado

Bancário brumadense de 52 anos morre em decorrência da Covid-19

Polícia encontra depósito clandestino de combustíveis em Itapetinga

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado


Proibição de cigarro em locais públicos evitou a morte de 15 mil crianças no Brasil, diz estudo

Foto: Reprodução

As medidas restritivas ao cigarro no Brasil evitaram a morte de 15 mil crianças entre 2000 e 2016. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (31), no "Dia Mundial sem Tabaco". Este é o primeiro estudo que analisou o impacto na medida na saúde infantil brasileira – e também em um país em desenvolvimento. Segundo o site G1, o artigo é assinado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), e por cientistas do Imperial College of London e do Centro Médico Erasmus da Holanda. Os autores reforçam a necessidade de a medida ser adotada por outros países – apenas 20% da população mundial está protegida por medidas públicas de controle ao fumo. Ainda no útero, a exposição do bebê às substâncias do cigarro podem causar problemas de desenvolvimento, um parto prematuro ou um nascimento com peso abaixo da média. Os bebês também são afetados após o parto, com um maior risco de infecções respiratórias, asma e morte súbita. Para chegar aos resultados do estudo, os pesquisadores analisaram dados de todos os nascidos vivos, óbitos infantis e mortes neonatais no Brasil entre 2000 e 2016. A mudança mais drástica na legislação brasileira ocorreu em 2014, com a proibição do cigarro em áreas públicas parcialmente ou completamente fechadas, incluindo bares e restaurantes. A medida, segundo o estudo, reduziu em 5,2% a mortalidade infantil no país e em 3,4% a neonatal. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário