ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Ônibus escolar pega fogo na zona rural de Rio do Antônio e assusta estudantes

Abastecimento de água será interrompido em Brumado e Malhada de Pedras para manutenção na quinta-feira (30)

Vacimóvel amplia acesso à vacinação e inicia atendimentos em Brumado

PM intervém em ameaça entre vizinhas no Brisas II, em Brumado

Brumado: Homem é preso em flagrante por estupro de sobrinha de 7 anos, diz PM

Brumado: Mancha Verde Futebol Clube leva mensagem de consciência negra aos gramados em campeonato de veteranos

Brumado: Caminhada de conscientização sobre o autismo mobiliza famílias e reforça debate sobre inclusão

Livramento de Nossa Senhora: Empresários são alvos de mandados por suspeita de tortura contra jovem com deficiência auditiva e de fala

Bastidores apontam Maguinho como pré-candidato a deputado estadual em Brumado

Motorista é conduzido por embriaguez ao volante durante fiscalização na BR-030, em Brumado

Homem volta a invadir delegacia com faca e é contido por investigador em Brumado

Polícia Civil apreende máquinas avaliadas em R$ 1 milhão durante operação contra mineração irregular no sudoeste da Bahia

Brumado: Criança com TEA é encontrada sozinha em hipermercado e mobiliza autoridades

Idoso de 72 anos é preso em Brumado por homicídio qualificado cometido em São Paulo

26 de abril - Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

Brumado: Homem é preso com revólver nas imediações da UNEB durante a madrugada de sábado

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado


Juíza é acusada de racismo por dizer que réu não parece com bandido por ser branco

Foto: Reprodução l Whatsapp

Uma imagem da sentença que aconteceu em 2016, viralizou esta semana na internet. Nela, a juíza Lissandra Reis Ceccon, da 5ª Vara Criminal de Campinas, condenou o réu a 30 anos de prisão. O processo corre em segredo de Justiça. A condenação foi por um caso de latrocínio ocorrido em 2013, em que o réu atirou em um homem e em seu neto. O que chamou a atenção dos internautas foi como a juíza apresentou a sentença. No texto ela afirmou que o réu não possuía “estereótipo de bandido”, por ter "pele, olhos e cabelos claros”. A afirmação da magistrada foi feita ao relatar o depoimento de familiares da vítima, que disseram ter reconhecido o suspeito facilmente porque ele não seria igual a outros bandidos. Os advogados acusaram a juíza de ser racista. O depoimento da testemunha foi ressaltado pela juíza por tê-lo considerado "forte e contundente". A juíza afirma que a mulher disse que o réu, ao sair da caminhonete para atirar contra as vítimas, olhou nos olhos de uma delas que sobreviveu. A juíza disse que a testemunha não teria como confundir o réu, por não possuir "estereótipo padrão de bandido", comprovando, portanto, que seria de fato ele a cometer o crime. O réu negou a autoria do crime e alega inocência. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), em nota, afirmou que não poderia se posicionar sobre a decisão, pois a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), em seu artigo 36, “veda a manifestação do TJ-SP e da magistrada”. O TJ-SP orientou ainda que quem se sentir prejudicado deve procurar os "meios adequados para a solução da questão". A nota também afirma que a Corregedoria Geral da Justiça "está sempre atenta às orientações necessárias aos juízes de 1ª instância, sem, contudo, interferir na autonomia, independência ou liberdade de julgar dos magistrados”.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário