ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Motociclista fica ferido após colisão com ambulância no bairro São José

ACM Neto provoca prefeitos baianos e esquenta disputa para 2026

Vitória da Conquista e Salvador registram casos confirmados de Mpox na Bahia

Dupla é presa pela 46ª CIPM suspeita de aplicar golpe do 'Pix falso' em comércios de Livramento de Nossa Senhora

Jerônimo busca parceria internacional para produzir medicamentos de alto custo na Bahia

Prefeitura de Rio do Pires abre licitação de R$ 4,4 milhões para compra de combustíveis; valor é R$ 1 milhão maior que em 2025

Vitória da Conquista: Chuva forte derruba árvore, causa apagão de energia e alaga ruas


Ladrão inventa todas as formas para roubar

Foto Alecsandro Ramos

Cerca de 40 pessoas compareceram à Delegacia de Furtos e Roubos de Ilhéus, no sul da Bahia, nesta sexta-feira (27), para registrar queixa contra uma empresa conhecida pelo nome de Rede Pague, que se passava por correspondente bancária, recebia pagamentos de contas de luz, água e outros títulos, mas ficava com todo o dinheiro.

 

De acordo com a delegada Rita de Cássia Ribeiro, da Delegacia de Furtos e Roubos de Ilhéus, as vítimas do golpe registraram queixa após receber comunicado das empresas de que as constas não estavam pagas. Segundo a delegada, em depoimento os funcionários da loja contaram que ao chegar nesta sexta para trabalhar, encontraram a loja completamente vazia.

 

Um homem identificado como Sullayuan Cordeiro Amorim, com idade estimada entre 25 e 27 anos, responsável pela rede, havia inaugurado o "negócio", com diversos pontos na cidade, no dia 18 de junho, pouco tempo antes do início do feriado e das festas de São João. Segundo os funcionários da loja, eles começaram a ficar desconfiados quando o dinheiro arrecadado das contas não era levado por um carro forte, e sim pelo dono, que colocava a quantia dentro de um envelope e o escondia dentro das calças. A polícia estima que durante o período de funcionamento da loja tenham sido levados cerca de R$ 500 mil a R$ 1 milhão de reais.

 

De acordo com as investigações, o homem também não teria pago pelo aluguel dos pontos colocados na cidade, além do salário de todos os funcionários. Segundo a polícia, o suspeito também não pagou a pousada onde estava hospedado na cidade. A polícia acredita que o suspeito utilize um nome falso e que ele faz parte de uma quadrilha. A polícia investiga se existe algum banco credenciado à rede, e se existem “laranjas” envolvidos. Imagens das câmeras das lojas vizinhas foram solicitadas para tentar conseguir uma imagem do suspeito.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário