ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso suspeito de agredir pai de 77 anos na zona rural de Tanhaçu

Ex-prefeito de Rio do Pires será ouvido pela Justiça em processo sobre supostas irregularidades na merenda escolar

Homem é preso por violência doméstica após agredir ex-companheira com capacete em Brumado

Março Azul Marinho - Coloproctologista da Clínica Mais Vida alerta sobre a importância da prevenção contra o câncer colorretal

Chuvas devem retornar ao sudoeste da Bahia no próximo fim de semana, aponta Climatempo

Jovem de Brumado conquista título de boxe em evento realizado em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Ônibus escolar perde freios e atinge residência na 'Praça do Fogo'

Brumado: CIPRv recupera veículo com restrição de furto ou roubo durante fiscalização

Brumado: Discussão em bar termina com homem esfaqueado e suspeito preso no Distrito de Umburanas

Acidente na BR-030 entre Brumado e Tanhaçu deixa um morto e um ferido

8 de Março: Mais do que uma data simbólica

Motociclista de 35 anos morre após acidente na BA-148 em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Jovem é preso suspeito de furtar dinheiro de caixa em posto de combustível

Brumado: Mulher é detida suspeita de perseguir ex-companheiro e danificar motocicleta no centro

Justiça autoriza cultivo de cannabis medicinal por associação na Chapada Diamantina


Polícia Civil indicia João de Deus por violação sexual mediante fraude

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A Polícia Civil de Goiás concluiu a primeira investigação contra o médium João de Deus e o indiciou nesta quinta-feira (20) por violação sexual mediante fraude. A vítima do caso é uma mulher de 40 anos que alega ter sido molestada durante um atendimento individual em outubro. O médium nega as acusações. O polícia aponta no relatório que ele cometeu uma espécie de estelionato ao oferecer um tratamento de cura espiritual visando cometer a violação. Os crimes teriam acontecido na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, no estado de Goiás. De acordo com o Bahia Notícias, o caso vai passar a ser analisado pelo Ministério Público de Goiás, que deve decidir se denuncia ou não João de Deus. Se condenado, ele pode pegar de dois a seis anos de prisão. A defesa dele entrou com um pedido de liberdade no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta tarde. Ministério Público recebeu 506 relatos de abusos sexuais que teriam sido cometidos por João de Deus, que foi preso na última sexta (14). O inquérito que resultou no indiciamento desta quinta foi o primeiro aberto contra o médium. Segundo a Polícia Civil, os demais casos podem ter prescrito por serem antigos.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário