ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Fraude com CPF tornou possível envio de mensagens em massa pelo WhatsApp na eleição

(Foto: 97NEWS Conteúdo)

O esquema de envio de mensagem em série via aplicativo Whatsapp pagos por empresários em benefício de políticos nas eleições deste ano era feito com base em uso fraudulento de nomes e CPFs de idosos para registrar chips de celulares, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.  Segundo relato de um ex-funcionário da Kiplix, uma das agências envolvidas, era realizado o cadastro de números com nomes, CPFs e datas de nascimento de pessoas nascidas de 1932 a 1953 (de 65 a 86 anos), que ignoravam o uso de seus dados. Uma vez ativados, os chips eram usados para disparos em massa pelo WhatsApp. Outra irregularidade cometida pelas empresas foi o uso de robôs para disparo de mensagens em massa, algo que é proibido pela legislação eleitoral.  As medidas estão registradas em documentos que foram obtidos pela Folha depois que o ex-funcionário, identificado como Hans River do Rio Nascimento, entrou com uma ação na Justiça do Trabalho contra a agência por condições irregulares de trabalho. Ele chegou a conversar com o jornal sobre as ações de campanha, mas entrou em acordo com a empresa e voltou atrás. A agência Kiplix foi subcontratada pela AM4, empresa que trabalhou na campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro e à qual o então candidato declarou ao TSE pagamento de R$ 650 mil. Já a equipe do candidato derrotado Henrique Meirelles (MDB) contratou os serviços da agência Deep Marketing e declarou pagamento de R$ 2 milhões à empresa por "criação e inclusão de páginas da internet". Pelo menos outros 15 candidatos a deputado estadual, federal e senador declararam ao TSE ter contratado os serviços das duas agências.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário