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Gerente da ADAB confirma que já existiu um caso de ‘Aids Equina’ em Brumado em 2018

O gerente da ADAB regional, Alessandro Monteiro, confirmou que existu um caso da doença esse ano em Brumado (Foto: 97NEWS)

A AIE - Anemia Infecciosa Equina (AIE), que é conhecida popularmente como "Aids Equina", é uma doença que se consiste numa afecção dos equídeos e é incurável. Os casos na região sudoeste, principalmente nos municípios próximos de Guanambi, vêm aumentando, o que acendeu ainda mais o alerta sobre os riscos aos animais. Comprovado que o animal é soropositivo, ele terá que ser imediatamente sacrificado, já que as formas de contágio são inúmeras além do contato sexual, como a transmissão por insetos, pelos bebedouros, e até pelos arreios e esporas infectados. Visando obter maiores esclarecimentos sobre a situação da doença em Brumado, nós ouvimos o gerente regional da ADAB, Alessandro Monteiro. Primeiramente ele fez questão de afirmar que “é uma doença de fácil transmissão, então é necessário que os criadores venham a tomar todas as medidas para evitar o contágio, inclusive fazer os exames, que apesar do custo, podem salvar a vida dos animais, que são caros”. Ele também abordou que “é bom ressaltar que confirmada a soropositividade o animal terá que ser sacrificado, pois a doença não tem cura”. Sobre os principais sintomas ele descreveu que “os animais vão definhando, ou seja, vão secando até a morte, o que mostra a gravidade da doença”. Questionado sobre casos ocorridos em Brumado, ele respondeu que “neste ano, mais precisamente em maio, houve um caso constatado aqui, onde um fazendeiro comprou o animal em Palmas de Monte Alto e não exigiu o exame. O animal foi sacrificado e, felizmente não apareceu um novo caso, o que mostra que os criadores aqui em Brumado vêm tomando os devidos cuidados para que os seus animais não sejam contaminados”. Ele também explanou que “recentemente tivemos um evento no Parque de Exposições Gilson Brito que envolveu 100 cavalos marchadores. Nós estivemos lá e fizemos a devida fiscalização e nenhum animal foi constatado com a doença, o que é um dado muito positivo, mas é bom sempre ficar alerta, ainda mais os criadores que participam de vaquejas na região, pois, como já citamos, a doença pode ser transmitida até por arreios infectados”.



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