ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Protestos: Antes do WhatsApp bombar no Brasil, Facebook era a plataforma mais usada; veja o que mudou

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Se olhasse para o Brasil, Mark Zuckerberg teria uma ótima notícia e outra nem tão boa assim. Aquela de que ele não vai gostar é que o Facebook já não é crucial para debates e mobilizações sociais, como as que ocorreram nas manifestações de junho 2013. A boa é que a rede social deu lugar a outro produto de sua empresa, o WhatsApp, que virou o canal para organizar encontros e greves, como a dos caminhoneiros, que paralisou o país por 10 dias neste ano. Segundo especialistas, acadêmicos, ativistas e empresários, em cinco anos, o aplicativo de bate-papo tornou-se a forma mais simples de se comunicar para muita gente que teve contato pela primeira vez com a internet, e deu abrigo aos insatisfeitos com as políticas de distribuição de conteúdo do Facebook, que ganha milhares de dólares dando visibilidade a grupos de conversa. Nada disso, no entanto, seria possível sem que os smartphones virassem a principal ponte entre os brasileiros e o mundo online. Um dos marcos na migração do computador para o celular foi 2014. Naquele ano, mais de 50% das casas brasileiras passaram a estar conectadas pela primeira vez. A maior inclusão online foi puxada pelos celulares que, coincidentemente, desbancaram os desktops naquele ano e viraram o aparelho mais usado pelo brasileiro na hora de entrar na internet. 

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Mas hoje, para entrar em rede social e mandar e-mail, você já faz em um aparelho na palma da sua mão. Se com o Facebook, o debate girava em torno dos algoritmos “que mediavam a forma como recebíamos as informações”, com o Whatsapp, essa discussão não existe. A informação circula conforme as suas redes de contato e grupos dos quais você faz parte, sem qualquer tipo de filtro editorial. Isso leva a uma outra dinâmica. Como o Facebook tem priorizado posts de pessoas e não de páginas, isso tem diminuído muito o alcance de veículos de imprensa, o que fez com que as articulações para manifestações passem mais pelo WhatsApp e YouTube. Apesar de ter nascido como aplicativo de bate-papo, o WhatsApp ganhou ares de redes sociais graças a recursos como as listas de transmissão, e aos grupos. Esse panorama já ocorre na China, onde aplicativos como o Wechat já permitem agendar corridas de táxis ou carros particulares ou mandar dinheiro a amigos. A era do WhatsApp, no entanto, está longe de acabar. Durante muito tempo, o WhatsApp vai continuar dominando o mercado de mobilização, a não ser que ele crie algum tipo de nova burocracia ou dificuldade para os usuários.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário