ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Desenvolver inteligência emocional é essencial para o sucesso das empresas, diz especialista

(Foto Ilustrativa)

Até pouco tempo atrás, o grande drama das empresas residia no chamado "apagão de talentos", que significava a escassez de bons profissionais disponíveis no mercado de trabalho. Por "bons profissionais" objetivamente entendia-se aquele que apresentava as melhores habilidades técnicas (conhecimento + experiência). A questão comportamental estava sempre em segundo plano. Supostamente, deixávamos as emoções em casa e íamos ao trabalho apenas para trabalhar e produzir mecanicamente. É óbvio que esse modelo passou a apresentar problemas sérios. Ao preterir o lado humano, o ambiente de negócios passou a ter de lidar com questões antes desconhecidas: estresse, burnout, presenteísmo, verdadeiros surtos de crise de ansiedade e depressão, afastamento em massa etc. Junte-se a isso a velocidade da vida contemporânea (Era da Informação, tecnologia e a chamada "vida digital") e temos um cenário caótico, não é mesmo? "Não é à toa que temos visto um verdadeiro boom na busca por cursos de mindfulness, coaching e outros. 

O autoconhecimento virou um objetivo de vida, o que não é ruim, embora não deva ser um fim em si mesmo", diz Flora Alves, Chief Learning Officer da SG – Aprendizagem Corporativa. Na prática, esse movimento em busca de autoconhecimento tem muito a ver com um conceito há muito difundido: inteligência emocional (IE). "A inteligência emocional é uma habilidade comportamental de nível complexo e que deve ser trabalhada ao longo de toda a vida, em busca de equilíbrio interior e um propósito maior, algo que faça a nossa atividade cotidiana ter sentido", explica Flora. Decerto, falar em IE é ligar-se de forma automática ao psicólogo norte-americano Daniel Goleman. Considerado o "pai da inteligência emocional", o especialista foi o responsável por popularizar o conceito ao redor do mundo na década de 1980 por meio de um best-seller que vendeu mais de cinco milhões de cópias. Já em 1995, enquanto atuava como jornalista científico no jornal The New York Times, Goleman também ajudou a disseminar a temática. De acordo com informações divulgadas em pesquisas realizadas por Goleman, o Quociente Intelectual (QI) contribui em 20% para uma carreira de sucesso enquanto 80% é resultado do "controle de sentimentos". Para o especialista, a prática do desenvolvimento da IE otimiza em 90% o desempenho dos profissionais. Mas, como afirma a executiva da SG - Aprendizagem Corporativa, nada disso faz sentido se não levarmos em conta o propósito, aquilo que preenche o nosso dia a dia e nossa atividade profissional de significado. Esse é o primeiro passo para uma vida emocional mais saudável e equilibrada. "À medida que você aprimora o lado emocional, mais seguro e confortável se sentirá frente aos desafios. E mais preparado estará para desenvolver e lidar com os aspectos técnicos, que também são fundamentais para uma atuação profissional plena e bem-sucedida", explica Flora.

Pensando em contribuir com a formação da percepção das emoções, a CLO listou abaixo as principais características a serem levadas em consideração:

1. Fique atento as emoções

É imprescindível prestar atenção às sensações e atitudes motivadas pelas emoções, e descobrir suas causas e efeitos.

2. Esteja no controle

Só você tem responsabilidade pelo que sente. Esse padrão de pensamento gera autoconfiança e segurança (em você e em todos a sua volta).

3. Tenha empatia

Saber se colocar no lugar do outro é fruto de uma alta inteligência emocional.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário