ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


‘Estamos sendo tratados como mendigos’, afirma agente de endemias de Brumado

A situação das mochilas apresentadas pelos agentes mostraria o descaso com a categoria (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Brumado vem tendo índices normais quanto à tríplice endemia e, talvez, por causa disso os agentes de endemias estão esquecidos, o que acaba sendo perigoso, pois a luta, especialmente contra a Dengue, tem que ser contínua e ostensiva. Dentro deste cenário ainda suportável, o agente de endemias Vanderlei Miranda (35) entrou em contato com a equipe do 97NEWS para relatar a situação que ele classificou como “muito preocupante”. Num tom de indignação ele falou que “a situação é vergonhosa, pois os agentes de endemias estão sendo tratados como mendigos, já que não temos farda, não temos bolsas e mochilas, cadernos e nem protetor solar, então, nossa situação, que já dura 5 anos chegou ao limite do suportável”. Elevando o clima ele explicou que “os agentes de endemias vivem uma pressão psicológica muito grande, tanto que existem alguns que já estão adquirindo doenças. Chegamos ao fundo do poço e precisamos de ajuda, já que solicitamos ajuda da Secretária de Saúde que tem tido um tratamento de desdém e arrogância com a nossa categoria. Já somos poucos, o quadro está defasado e ainda nos cobram dessa forma”. E continuou o seu desabafo ao relatar que “5 anos, não são 5 dias, não é possível um tratamento como esse, já que atuamos na área de prevenção, que, infelizmente, está sendo totalmente esquecida. Estamos pagando para trabalhar, pois temos que dar nossa roupa, nossos calçados e até comprar material que não nos é dado. Espero que o Ministério Público venha a se manifestar, pois o nosso trabalho está sendo prejudicado e, caso aconteça um novo surto da tríplice endemia, os resultados podem ser muito graves, então, para que esperar, é só agir agora. Outra situação preocupante é que as coletas estão caindo das mochilas e com isso os índices podem não estar condizentes com a realidade”.  Buscando esclarecimentos sobre a situação, falamos com o secretário municipal de Saúde, Claudio Feres, que garantiu que “as providências estão sendo tomadas e já solicitamos o material, os calçados e o fardamento, só que o processo, por ser verbas federais é bem mais complexo e demorado”. Questionado sobre os riscos de uma nova epidemia, ele respondeu que “os nossos índices estão dentro da normalidade, então, nesse momento não há riscos, mas vale ressaltar que a luta é de toda a população. Por exemplo nesses dias que o tempo está úmido, reservatórios e possíveis criadouros podem ser feitos nas residências, então que todos evitem o acúmulo de água parada para que continuemos sem riscos”.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário