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Nota de esclarecimento da Secretaria Municipal de Educação sobre críticas de professor

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A crítica é sempre um instrumento importante para o esclarecimento dos fatos e a convivência social, dentro de um regime democrático que garanta principalmente a liberdade de pensamento. Entretanto não se pode confundir a crítica justa e necessária com a maledicência, esta última que produz informações falsas com o objetivo de confundir as pessoas, ao passo que as afasta da possibilidade de conhecer a verdade. O texto produzido por um professor da Rede Municipal de Educação, falando a respeito da reforma do Centro Municipal de Educação Agamenon Santana - CMEAS está eivado de enganos a inconsistências. O professor afirma que a escola está inaugurada desde 02/04, sendo esse o seu primeiro engano, pois a Secretária de Educação esteve presente pra recepcionar os alunos e deixou bem claro que havia terminado apenas a primeira etapa da reforma e que o trabalho continuará acontecendo para corrigir falhas existentes na estrutura antiga, garantindo um melhor conforto a todos os usuários das dependências da escola. E o fato de se ter hasteado a bandeira e cantado o hino nacional, não configura inauguração da instituição, mas apenas uma ato de civismo e respeito, que talvez o professor não consiga reconhecer como importante e necessária. Prática essa que vem sendo realizada pela maioria das escolas, pelo menos uma vez na semana. Outra questão salientada pelo professor foi quanto às salas de recursos audiovisuais, como laboratórios e sala de vídeo. Tais espaços estão sendo adequados e climatizados para o uso, mas o que chama a atenção é o fato do mesmo professor não ter o costume de utilizar estes espaços antes do início da reforma, demonstrando que o problema não é a falta de condições de usar os espaços por conta da reforma, mas a reclamação inadequada, sem eco no seu comportamento habitual.

O grau de incompreensão do professor se torna ainda mais agudo quando coloca o fato da Administração Educar para Libertar, preocupar-se apenas com “reformas e mais reformas”, quando deveria doutro modo dar maior importância ao salário dos professores e a aquisição de equipamentos. Vale aqui destacar que em 2018 não houve negociação salarial com a categoria dos professores, porque não foi preciso, já que a Gestão Educar para Libertar fez o repasse na íntegra do aumento concedido pelo Ministério da Educação. Esse compromisso assumido por uma administração empenhada e responsável com a educação pública. Quanto aos equipamentos que segundo o professor não existem, é outra falácia, posto que todas, e aqui é importante reafirmar, TODAS as unidades de ensino do município dispõem dos equipamento audiovisuais, porém estes para serem utilizados dependem do agendamento realizado no momento  do planejamento pedagógico, tornando-se impossível a utilização destes equipamentos sem o devido agendamento, feito no planejamento pedagógico semanal. É fundamental ainda destacarmos que a Gestão Educar para Libertar, está ampliando as unidades escolares para universalizar o ensino integral no município, compromisso assumido que vai além de uma campanha eleitoral, mas um comprometimento com a população, sobretudo a que mais precisa, por reconhecermos que apenas a EDUCAÇÃO é capaz de garantir Liberdade e por conseguinte Cidadania ao povo. Diante dos fatos apresentados fica evidente que o objetivo da atual gestão é realizar um trabalho sério, com uma equipe que acima de qualquer outro desejo, busca a qualidade do ensino público.



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