ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


ALBA tem R$ 10 milhões bloqueados por supostas irregularidades em concurso

(Foto: Divulgação)

A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) teve R$ 10 milhões bloqueados pela Justiça. A decisão foi divulgada pelo juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, Glauco Dainese de Campos, na última segunda-feira (22/1). O magistrado atendeu à ação movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) que solicitou o cancelamento das contratações por Reda feitas em novembro de 2014, um mês após a Casa legislativa realizar concurso para seleção de servidores públicos. O MP chegou a argumentar que a Alba descumpriu cláusulas do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o órgão, referentes ao cronograma de nomeação dos candidatos aprovados. Em 2013, mais de 600 servidores foram contratados temporariamente pelo Reda, mas, segundo o MP, essas contratações não “atenderiam a requisitos constitucionais como previsão legal, tempo determinado, necessidade temporária e excepcional interesse público”. O objetivo da decisão da 7ª Vara é fazer a Alba cumprir a determinação de nomear os aprovados no concurso no lugar daqueles que são temporários, mas, conforme o juiz, isso não ocorreu, já que a Assembleia não comprovou a exoneração de nenhum destes servidores. “Por existirem candidatos aprovados em concurso, não pode haver contratação de pessoal temporário ou em regime de urgência”, diz um trecho da decisão. O juiz ainda determinou que valor de R$ 10 milhões bloqueados só será liberado após o cumprimento da sentença. E o mesmo valor será subtraído a cada 15 dias até que se cumpra a definição. Em contato, a assessoria da Casa afirmou que o procurador Graciliano Bonfim já está movendo recurso para reverter a decisão. O Legislativo afirma ainda que todos os aprovados para as 97 vagas foram chamados e empossados, estando os documentos que comprovam essa afirmação acostados, anexados, ao processo que tramita na 7ª Vara da Fazenda Pública – além do fato de que o edital que balizou este não previa cadastro reserva.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário