Um gerente regional da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) foi preso em flagrante, nesta terça-feira (12), após denúncias de crime ambiental em Itamaraju, no extremo sul baiano. A ação, movida pelo Ministério Público estadual (MP-BA), investiga um suposto descarte irregular de materiais em buracos cavados inadequadamente em áreas próximas a residências. Junto à Secretaria de Meio Ambiente e da Polícia Militar, as investigações do MP levaram a prisão do gerente regional, e a aplicação de uma multa a Embasa, que deverá pagar R$ 318 mil em ressarcimento por degradação ambiental, ocultação de material e por causar à população desconforto respiratório e olfativo. Após a prisão, o gerente foi levado para a delegacia da cidade, onde pagou uma fiança de R$ 15 mil, para responder o processo em liberdade. Em depoimento, o gerente relata que tomou conhecimento do ocorrido um dia antes da sua prisão, na segunda-feira (11), por meio de um vídeo nas redes sociais. Ele foi penalizado pela falha na fiscalização dos descartes da empresa. O MP-BA deve formalizar ainda uma denúncia contra a Embasa.
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Segundo os dados, o volume de produção no segundo semestre foi considerado melhor por 44,1% das empresas. Para 28,1% foi igual e para 27,8%, pior. Para 44,2% as vendas no mercado interno tiveram elevação, enquanto para 26,4% caíram e para 29,5% foram iguais. Para 53,7% as exportações se mantiveram no mesmo patamar. As vendas no mercado externo melhoraram para 24,8% e pioraram para 21,5%. A pesquisa “Rumos da Indústria Paulista”, mostra ainda que para o primeiro semestre de 2025, as indústrias paulistas esperam estabilidade em relação ao volume de produção (45,3%), às vendas ao mercado interno (44,1%) e às exportações (53,7%). Quando questionadas se pretendem contratar em 2025, 65,2% dizem que não e 34,8% que sim. A pesquisa foi realizada entre 02 e 18 de dezembro de 2024 e envolveu 290 indústrias de transformação de todos os portes, situadas no estado de São Paulo.















