ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Clínica Mais Vida informa que estará de recesso entre 22 e 25 de junho

Homens são 98% dos presos por aborto no Brasil, diz Justiça

'Rei da Seresta' é preso após show no interior da Bahia

Brumado: Paulo Henrique é encontrado morto às margens de linha férrea no bairro Dr. Juracy

Justiça mantém multa de R$ 8,6 mi a Oi por propaganda enganosa em emissora de TV

Prefeita do município de Maetinga é alvo de duas CPIs

Vídeo em que advogada aparece chorando junto aos filhos por ter passado no concurso viraliza

Salário médio dos baianos era sexto menor do Brasil em 2022, aponta IBGE

Mulher é presa ao tentar vender filhos na Bahia; uma das crianças tinha 32 dias

OMS alerta sobre lote falsificado de Ozempic encontrado no Brasil

Inverno na Bahia: Cidades baianas devem ter frio de 10ºC

Super ofertas do mês de junho da Central das Carnes; confiram


Recomendação da Anvisa diz que vacina da dengue não deve ser tomada por quem nunca teve a doença

Foto: Reprodução

A Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a recomendar nesta quarta-feira (29) que a vacina da dengue, vendida na rede privada na maior parte do Brasil, não seja tomada por quem nunca teve a doença. A partir de agora, a imunização é considerada segura apenas para aqueles que já foram infectados pelo vírus. A "Dengvaxia", fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur, passou por testes de segurança. De acordo com informações preliminares, que precisam de uma análise mais completa dos estudos, alguns indivíduos apresentaram formas mais graves da doença após a aplicação – isso ocorreu em pessoas que não haviam tido um contato prévio com o vírus. Por enquanto, a bula será atualizada. A Anvisa disse que irá analisar os resultados completos para se posicionar novamente. Todas as diretrizes para vacina de dengue, recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), dizem que é necessário um acompanhamento dos pacientes dos testes iniciais por mais quatro anos. A Anvisa passou a recomendar, portanto, que pessoas que não tenham apresentado a doença não se vacinem. O órgão esclarece que o risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário