ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Forró da CDL promete movimentar economia local com dois dias de festa em Brumado

MP-BA aciona Clube de Campo Guanambi e governo municipal por poluição sonora

Atendendo a pedido de Bizuga Ramos, Guilherme Bonfim promove recuperação de trecho entre Av. Centenário e BR-030

Crianças se escondem em areia para não serem mortas pelo próprio pai

Super ofertas do mês de junho da Central das Carnes; confiram

Governo do Estado abre 287 vagas de concurso para a Polícia Penal; salário varia entre R$ 2.601,04 e R$ 4.478,31

Mulher é estuprada quando voltava para casa no município de Tanque Novo

PF vai investigar se houve irregularidades em leilão do governo para compra de arroz

Brumado: Produção do Forró da CDL se reúne com ambulantes para definir o que pode ou não pode ser comercializado dentro do evento

MP recomenda que Município de Anagé rescinda contratos com escritórios de advocacia

Cerimônia do Jaleco de Medicina reuniu estudantes, professores, diretores e autoridades municipais em Guanambi

Brumado: Jovem que atropelou técnica de enfermagem passa por audiência de custódia

Familiares e amigos se despedem de técnica de enfermagem que morreu atropelada em Brumado

Em ação conjunta, MPT-BA age para combater comércio e produção de fogos de artifício clandestinos

Brumado: Vereador Rey de Domingão é condenado por ofensas à ex-secretário do município

Bahia: Jovem é presa suspeita de utilizar dados de vítimas em situação de vulnerabilidade social para solicitar empréstimos

Deputado que associou nordestinos a galinhas que recebem 'migalhas' se torna alvo do conselho de ética

Homem é preso com celular roubado durante aniversário de Brumado

Brumado: PM prende homem com mandado em aberto em festa da cidade

Brumado: PM é denunciado por intolerância religiosa e furto contra monumento do candomblé


Empresa de Café é condenada por obrigar vendedor a cantar o Hino Nacional quando chegava atrasado

(Foto: Reprodução)

A Café Três Corações S.A. terá de indenizar um vendedor obrigado a cantar o Hino Nacional perante os colegas quando chegava atrasado ao trabalho. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da empresa contra decisão que reconheceu o dano moral na submissão do empregado a tratamento vexatório, ao impor-lhe uma atividade alheia àquelas para as quais foi admitido e sequer relevante para sua função. O auxiliar de vendedor considerava humilhante cantar o hino em frente aos colegas, e disse que era motivo de chacota quando errava a letra. O Tribunal Regional do Trabalho, com base na prova oral, confirmou a sua versão dos fatos. Uma das testemunhas o viu cantar o hino junto com outro colega, também atrasado, e outra afirmou de que a prática, já suspensa, foi instituída por um supervisor e admirador do hino, que escolhia os mais atrasados ou com menor desempenho para “puxar” o canto. Citando casos semelhantes envolvendo a mesma empresa, o TRT entendeu que não se tratava da exaltação de um símbolo nacional, mas da “utilização de um suposto respeito cívico apenas para punir os empregados”. Concluindo pela ilicitude do ato, o Regional deferiu indenização de R$ 3 mil. No recurso ao TST, a Três Corações argumentou que cantar o hino nacional “não pode ser considerado como circunstância de trabalho degradante”. Mas para o relator, ministro Brito Pereira, a exposição do trabalhador a situação degradante, obrigando a praticar uma atividade alheia à que desempenhava, configurou assédio moral. A decisão foi unânime no sentido de não conhecer do recurso de revista



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário