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‘Anonimato é relativo’, alerta advogado sobre funcionamento do Sarahah

Interface do Sarahah para Android (Foto: Ana Marques/TechTudo)

Sarahah é um aplicativo de mensagens anônimas que virou febre em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Polêmico por não revelar os dados de quem envia feedbacks, a app acaba se tornando um prato cheio para criminosos que praticam cyberbullying. O funcionamento do serviço é bem simples: ao criar um perfil e divulgá-lo na Internet, o usuário pode receber comentários anônimos, sem a opção de respondê-los. Apesar de ter um objetivo nobre – o recebimento de críticas construtivas –, pessoas mal-intencionadas aproveitaram a sensação de anonimato para propagar mensagens de ódio e até mesmo ameaças pelo aplicativo. O que muitas vítimas não sabem é que é possível exigir a quebra de sigilo e identificar o remetente de um comentário em situações que violem a lei.  Para entender até que ponto as mensagens enviadas pelo Sarahah são anônimas, conversamos com o advogado Luiz Augusto D'Urso, especialista em cibercrimes. Ele afirmou que, apesar de ter base na Arábia Saudita, o Sarahah – e qualquer outro serviço online que funcione em território brasileiro – deve seguir as leis do nosso país. Segundo o Marco Civil da Internet (lei que regula o uso da rede no Brasil), qualquer pessoa que se conecta à internet deve ser identificada pelo número de IP e horário de acesso. Desse modo, mesmo cadastros feitos com e-mails e nomes falsos podem ser rastreados, garantindo maior proteção contra cibercrimes. Isso quer dizer que, na prática, o anonimato do Sarahah e outros aplicativos similares, como o Secret é relativo – e pode ser derrubado em casos de crimes virtuais.



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