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Estudo calcula que mudanças climáticas causarão 60 mil mortes em 2030

Foto mostra guindastes suspensos em meio à poluição em Londres (Foto: AP Photo/Matt Dunham, file)

Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, nos Estados Unidos, estimam que as mudanças climáticas, caso não sejam contidas, deverão causar cerca de 60 mil mortes em 2030 e 260 mil em 2100 devido à poluição atmosférica. O estudo foi publicado nesta segunda-feira (31) pela revista "Nature Climate Change". O artigo expõe evidências crescentes de que os efeitos globais do clima sobre a saúde serão esmagadoramente negativos. De acordo com a revista, esta é também a pesquisa mais abrangente sobre como as mudanças climáticas afetarão a população por meio da poluição do ar. "A medida em que as mudanças climáticas afetam as concentrações de poluentes no ar, isso pode ter um impacto significativo na saúde do mundo todo, aumentando o número de pessoas que morrem devido à poluição todos os anos”, disse Jason West, que liderou a pesquisa na Universidade da Carolina do Norte ao lado da pesquisadora Raquel Silva. A alta das temperaturas acelera as reações químicas que criam os poluentes do ar, como o ozônio, e afeta a saúde pública. As regiões com clima mais seco também podem ter uma poluição pior do ar devido a uma menor ação das chuvas e a uma maior ocorrência de incêndios. West e Silva usaram um conjunto de modelos matemáticos sobre o clima para determinar o número de mortes que devem ocorrer devido aos poluentes em 2030 e 2100. Eles descobriram que todas as regiões do mundo, com exceção da África, terão uma alta de mortes relacionadas aos resíduos do ar. "Nossa descoberta é o sinal mais claro de que as mudanças climáticas prejudicam a qualidade do ar e da saúde", disse West.



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