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O que é a microtraição e quando ela se transforma em traição de verdade?

Especialistas dizem que enviar mensagens para outra pessoa pode ser considerada uma microtraição | DANAE DIAZ/BBC THREE

Houve um tempo em que ser infiel estava relacionado a uma mancha de batom no pescoço, a um cheiro de perfume na lapela da camisa ou a um recibo incriminador no bolso da calça. Mesmo quando as redes sociais começaram a aparecer, as pistas eram claras: um beijo em uma foto de festa ou alguém observando o que não deveria. Mas agora, na era de aplicativos de namoro e mensagens diretas, as coisas se tornaram um pouco mais complicadas. E é aqui que entra em cena a microtraição, a palavra do momento quando se trata de infidelidade. Como o nome sugere, a microtraição tem a ver com aquelas pequenas coisas que alguém pode pensar que não são tão ruins, mas podem ser. E aí está o dilema: se pode haver ações sutis, como definir a microtraição? E realmente pode haver algo como "traindo, mas só um pouco"? Sim, diz Martin Graff, professor de psicologia da Universidade de South Wales, no Reino Unido. Em um artigo recente publicado por uma revista de psicologia, ela explica como a infidelidade evoluiu à medida que nossas vidas se voltaram mais para a internet. Graff define microtraição como qualquer ato ou comportamento de alguém em um relacionamento que indica o envolvimento emocional ou físico com uma terceira pessoa.

 

Indícios da infidelidade

Antes dos smartphones, a microtraição poderia ser aquela de tirar a aliança de casamento quando se sai para uma festa. Mas, na era digital, é mais fácil do que nunca dar sinais a alguém de que você está disponível.

Nichi Hodgson, autor de um livro sobre namoro, concorda que a microtraição dá nome a algo que já existia antes.

"Mesmo no século 18, as pessoas flertavam com cartas inadequadas ou revelavam pensamentos indevidos em seus diários", diz ele à BBC. "O que mudou é que agora temos ferramentas que facilitam a microtraição mais do que nunca."

No entanto, Graff diz que, embora a microtraição nem sempre signifique que você esteja traindo seu parceiro, ela é um comportamento que pode levar à infidelidade. É como preparar o terreno.

"O fato de nos comunicarmos cada vez mais na Internet torna as relações cada vez mais ambíguas", explica ele.

Neste mundo obscuro de "microtraição", existe alguma maneira definida de saber se alguém está sendo enganado ou se está trapaceando?

Aqui estão quatro cenários possíveis, que discutimos com Graff, Nichi e a especialista em relacionamentos Leila Collins.

1. Enviar uma mensagem para o seu ex

Você está em um show com seu parceiro. E acontece que os shows de abertura são a banda favorita do seu ex. Você tira uma foto e envia para ele. 24 horas depois, ele responde com um beijo no final da mensagem. Se você continuar a conversa, você está sendo infiel?

Os especialistas dizem:

Nichi: "Não há nada de errado em estar em contato com o seu ex. A situação é aceitável desde que você não esteja procurando uma reconciliação, esteja entediado ou procurando atenção. Muitas pessoas escrevem para o seu/sua ex para dar uma enaltecida em seu ego, se elas sabem que essa pessoa ainda tem algum sentimento em relação a eles/elas."

Leila: "Por que você gostaria de entrar em contato com um ex se o relacionamento terminou? Não importa qual seja a intenção, não está certo. Eu diria que isso é traição."

Nível de infidelidade: 3/5

Línea

2. 'Curtir' as postagens de alguém nas redes sociais

Você está na cama. Você apaga as luzes, mas não consegue dormir. Você começa a mexer o polegar no Instagram e a curtir fotos de alguém com quem, se você não estivesse em um relacionamento, gostaria de estar. Você faz o mesmo durante o almoço e no ônibus a caminho de casa você deixa alguns emojis em suas últimas publicações, incluindo um coração.

Os especialistas dizem:

Nichi: "Pessoas que se sentem inseguras podem ficar mais chateadas que as outras e talvez seja um sinal de que há um problema maior no relacionamento delas. Curtir os posts de alguém não é necessariamente uma coisa para você se sentir mal, mas se você fizer isso com frequência nos posts da mesma pessoa, pode ser preocupante."

Martin: "É algo ambíguo. A hora do dia em que isso é feito é um bom indicador de se há algo mais."

Nível de infidelidade: 2/5 se for antes do anoitecer, 5/5 à noite.

Línea

3. Construir uma amizade 'platônica' na internet

Você saiu de férias com um grupo de amigos da universidade e teve um grande momento com alguém da sua turma. Tornar-se amigo do Facebook parecia um passo lógico. De lá, vocês começaram a se seguir no Instagram. De repente, um dia você recebe uma mensagem pedindo o número: ele quer falar com você sobre o trabalho do curso.

Os especialistas dizem:

Leila: "Você tem que ser honesto e decente sobre isso. Se você está em um relacionamento estável com alguém e troca essas mensagens, isso não está certo."

Nichi: "Muitas vezes encontramos pessoas com as quais temos coisas em comum, acho que não há nada de errado com isso, mas você precisa ser muito claro com a outra pessoa para ela entender que é apenas amizade. Se você começar a trocar mensagens diretas, que são formas privadas de comunicação, você está escondendo alguma coisa."

Nível de infidelidade: 4/5

Línea

4. Não excluir seu perfil em aplicativos de namoro

Depois de vários meses usando aplicativos de namoro, você passou algum tempo no que parece se tornar um relacionamento real. É ótimo, mas você ainda não decidiu excluir seu perfil nos aplicativos. Você até os usa quando está entediado.

Os especialistas dizem:

Nichi: "Não apagar o seu perfil de aplicativos de namoro é completamente indesculpável, é também um movimento de poder para fazer a outra pessoa se sentir ansiosa sobre o fato de que você não a eliminou."

Leila: "É cruel e inaceitável, não é só 'microtraição', mas 'macrotraição'. Por que você gostaria de se comunicar com outra pessoa se você está em um relacionamento? Eu entendo toda a comunicação que você não revela ao seu parceiro como um infidelidade, sem exceção."

Nível de infidelidade: 10/5

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Em plena Copa do Mundo: Brasileiros gostam mais de sexo do que de futebol

(Fotocomposição: 97NEWS)

O título de “país do futebol” pode estar distante ultimamente, mas parece que os brasileiros estão encontrando conforto em outro prazer: no sexo. Numa pesquisa, dos mais de cinco mil entrevistados pela rede de relacionamento Sexlog.com, 95% afirmaram que o futebol não tem vez quando o assunto é transa. Tampouco o tesão é perdido se o time de coração é vencido numa partida. — A pesquisa foi feita num momento que a seleção brasileira está ruim, o resultado pode ser uma vontade de esquecer isso e focar em algo que sempre dá prazer, sem decepcionar — analisa Mayumi Sato, diretora de marketing da Sexlog.com: — O resultado foi uma surpresa pois, apesar de estar num ambiente com foco em sexo, as pessoas na rede são torcedoras, falam muito de futebol, colocam camisa de time em fotos do perfil. Essa preferência, porém, parece coisa de brasileiro. Em março deste ano, uma pesquisa semelhante foi feita no Reino Unido, por pesquisadores da companhia Nissan, mostrando que 56% dos britânicos acham que assistir a futebol é melhor do que fazer sexo. — Tradicionalmente, brasileiros gostam mais de sexo mesmo — acredita Mayumi. A resposta a uma das perguntas, porém, chamou atenção pela discrepância: quase 30% dos entrevistados disseram que preferem ver o time ser campeão mundial a ter uma noite de farra com Grazi Massafera ou Cauã Reymond. — A questão de ser campeão mundial faz toda a diferença. É um título, a reação é diferente — interpreta Mayumi. Para a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, esse resultado é esperado: — Ainda bem! Estranho seria se preferissem futebol ao sexo, que é uma necessidade básica, é prazeroso — diz a especialista, que atenta: — As pessoas só precisam aprender que, no sexo, quantidade não adianta. É a qualidade que interessa. E, para isso, você tem que ir para cama livre de qualquer pressão ou preconceito.



Sem dinheiro, menino pinta as próprias figurinhas da Copa do Mundo

Pedro Henrique Blaco Arouca mora em Bauru (SP) e chamou atenção de colegas e professores com o uso da criatividade para superar a carência financeira | Foto: Divulgação

Um menino de 8 anos chamou atenção de colegas e professores ao pintar as próprias figurinhas por não ter dinheiro para comprar as oficiais, da Panini. Pedro Henrique Blaco Arouca mora em Bauru (SP), onde também morou, na infância, ninguém menos que o Rei Pelé, e até ganhou um álbum da Copa do Mundo. No entanto, a mãe dele, Gleice Barizon Blanco, que trabalha como caixa de supermercado e recebe pouco mais de um salário mínimo, não tem condições de fornecer as figurinhas ao garoto. E foi justamente dessa dificuldade que surgiu a fonte de inspiração de Pedro Henrique, que começou a desenhar as próprias gravuras com os jogadores da competição mais importante do futebol. Para a arte, ele consultou o álbum coletivo que fica no corredor da escola em que estuda. Nos desenhos do menino estão craques como Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e até o Pelé. "É que eu não sabia de muitos jogadores do Brasil, então eu resolvi desenhar o Pelé. Eu sei que ele foi um grande jogador", disse Pedro ao G1. Os traços do jovem artista são simples, mas repletos de detalhes. “O mais difícil de fazer são os jogadores, eu fiz a taça também, mas os jogadores são mais complicados”, explica. E a mãe completa: "O álbum original é cheio de detalhes que são difíceis para uma criança memorizar. Os países, os lugares certinhos das figurinhas. Ele desenha dia e noite pensando na Copa". Na adaptação dele, Pedro criou até mesmo a embalagem das figurinhas. A mãe é quem explica: “Ele pegou um saquinho de hortifruti, colocou as figurinhas e falou: 'Olha mãe minhas figurinhas também vem no pacotinho'. E eu pensei: 'Tenho que comprar um álbum para ele'". O pai do menino morreu quando ele tinha 2 anos e ele vive com a mãe, que sustenta a família com pouco mais de um salário mínimo. “Eu comprei o álbum para ele, mas é muito difícil completar as figurinhas, não tem condições de ficar comprando”, diz ela. Graças à sua atitude, o menino Pedro Henrique tornou-se, ele mesmo, um craque aos olhos dos colegas e professores, ao ponto de tornar-se figurinha. “Eu fiquei impressionada, aí eu comecei a incentivar, levá-lo nas salas de aula para ele contar como teve ideia, como ele estava fazendo o álbum. E ele virou referência, a figurinha da escola”, diz a professora de Educação Física, Maria Cristina Herculani.



‘O estilo de vida das pessoas está ruim’, explica cardiologista

(Foto: Reprodução)

O cardiologista Carlos Alberto Machado afirma que o aumento das mortes por doenças não transmissíveis está ligado a uma combinação de piora no estilo de vida, envelhecimento populacional e redução do acesso aos serviços de saúde públicos e privados. "O estilo de vida das pessoas está ruim. Temos uma epidemia de obesidade e a qualidade da alimentação é péssima, com aumento do consumo de comida industrializada. A maioria da população vive nos grandes centros urbanos e, até em função da violência, se fecha em casa e faz menos atividade física". As mudanças nessa "cultura" ainda são de difícil implementação e não encontram consenso nem entre os especialistas da OMS. Apesar das recomendações, não houve um acordo entre eles sobre como responsabilizar o setor privado para reduzir o grau de açúcar nos produtos ou elevar impostos sobre refrigerantes - prática defendida pela entidade. 



Você sabe o que é Logística Reversa?

(Divulgação)

Imprescindível para a preservação ambiental e estruturação de uma sociedade sustentável, o processo de logística reversa consiste em duas etapas básicas: coleta + reciclagem e reutilização. O conceito já é obrigatório em vários países e têm se difundido gradativamente entre as grandes indústrias dos mais diversos segmentos no mundo todo, motivando a criação de novas leis que tornam empresas dos mais variados segmentos legalmente responsáveis por todo o ciclo de vida útil de um produto, promovendo a reutilização ou o descarte correto dos bens de consumo. No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, baseada na lei nº 12.305, prevê a redução, reutilização e reciclagem na geração de resíduos. 

Dessa maneira, regulamenta e impõe a implementação de sistemas de produção e consumo consciente a fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Há diversas maneiras para empresas de grande e pequeno porte aplicarem a logística reversa em seus processos como buscar desenvolver de embalagens mais sustentáveis, com um composição mais homogênea e com menor peso, o que facilita a reciclagem e o reuso, e definir estratégias de recolhimento de produtos e embalagens, reintegrando o insumo ao seu processo produtivo original. “É fundamental que as empresas enxerguem a logística reversa como parte integrante da empresa como um todo, desde as estratégias iniciais. Com processos bem estruturados desde sua origem, tornaremos o setor empresarial mais  sustentável mais rapidamente”, afirma Nilo Cini Junior, presidente do Instituto de Logística Reversa – ILOG do Paraná, que atua desde 2016 auxiliando instituições de todos os portes a adotarem e desenvolverem práticas sustentáveis de produção. A indústria é responsável pela aplicação e difusão da logística reversa, mas os cidadãos também tem um papel crucial neste processo colaborando com a coleta seletiva. “Tudo começa com a separação adequada do lixo doméstico. O processo de logística reversa só é possível se cada fonte geradora, como residências, escolas, restaurantes e etc. separar materiais recicláveis tais como papéis, metais, plásticos e vidros dos resíduos orgânicos e descartá-los de maneira correta, entregando-os a cooperativas de reciclagem ou ao sistema de coleta seletiva oferecido pelos governos municipais e estaduais”, detalha Nilo Cini Junior. “No caso de pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, que não são recicláveis e também não podem ser colocados no lixo orgânico por serem tóxicos, os cidadãos podem fazer sua parte procurando iniciativas que recolhem e dão um fim adequado a esses materiais”, relata. Além de representar um processo vital para o desenvolvimento sustentável do planeta, a logística reversa também é muito vantajosa do ponto de vista econômico tanto para empresas quanto para os consumidores. Retirar os resíduos do meio ambiente e reintegrá-los ao ciclo produtivo garante uma redução significativa na exploração de recursos naturais, diminuindo o impacto ambiental e os custos das indústrias com matéria-prima, o que torna a produção mais barata e pode refletir diretamente no preço do produto final.  Além de gerar empregos formais para a população por meio da coleta de material reciclável. “A construção de uma sociedade consciente da sua responsabilidade com a natureza depende muito da postura e iniciativas da indústria, e a logística reversa é o primeiro passo para isso”, compelta Nilo Cini Junior.

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‘Agora Pare, Pegue no Bumbum’: Música de ‘É O Tchan’ é pichada em sinalização de trânsito

Foto: TV Verdes Mares / Reprodução

Além de ser um dos grandes hits da banda “É O Tchan”, a música “Pega no Bumbum” caiu na graça de alguns pichadores do Ceará. Conforme informado pelo G1, uma sinalização de “pare”, no chão da Rua Coronel Ferraz, em Fortaleza, foi acrescida de parte da letra da canção que diz: “Agora pare. Pegue no bumbum”. Uma testemunha teria afirmado que os responsáveis pelo ato moram perto, “tomaram cerveja a noite inteira, botaram boneco, picharam a rua e foram embora". Após saber do ocorrido por meio de uma ligação feita para o 190, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) enviou uma equipe ao local para apagar os escritos. "Isso é uma infração ao Código Penal, porque está danificando o patrimônio público. Em caso de flagrante podemos adotar um procedimento de apreensão do autor. Essa atitude é um ato de vandalismo que pode confundir a sinalização", afirmou Disraelli Brasil, gerente responsável pelo órgão.



Youtuber Whindersson ajuda fã com Paralisia Cerebral e caso acaba na Justiça

Foto: Reprodução

Conhecido como um dos maiores youtubers do Brasil, Whindersson Nunes atrai a cada vez mais fãs por todo o Mundo. Mas o youtuber está tendo uma dor de cabeça enorme com uma boa ação praticada por ele que acabou indo para a esfera da Justiça. Em fevereiro do ano passado, Whindersson se comoveu com o comentário de um seguidor: o estudante gaúcho André Nachtigall, diagnosticado com paralisia cerebral, pedia ajuda para adquirir um triciclo adaptado para poder frequentar as aulas na faculdade. O comediante prometeu ajudar na compra do veículo e o fez. Whindersson transferiu o valor e a Honda, ao tomar conhecimento do caso, também doou o valor relacionado à moto, o triciclo é feito em cima de uma moto. Ao todo, foram doados cerca de R$ 25 mil. No entanto, o dono da empresa responsável não fabricou a peça. André levou o caso à Justiça e duas audiências já foram realizadas, mas até agora, não houve acordo. Segundo o estudante, o empresário que faria o veículo adaptado mora em Ananindeua, no Pará, e foi escolhido por ser considerado o único no país que faz a documentação para triciclo. Por sua vez, o proprietária da empresa responsável afirma: “Não somos bandidos, simplesmente, não tenho condições de devolver. Estamos atravessando por uma dificuldade, como qualquer microempresa que foi afetada pelo maldito governo”. A empresa também diz não poder fixar um prazo para a entrega. Diagnosticado no nascimento com a doença, Nachtigall é morador da cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e estudante de engenharia da computação na Universidade Federal de Pelotas. Ele conta com a ajuda da mãe para realizar a locomoção diariamente, mas que, devido à sobrecarga e ao conflito de horários, decidiu buscar outras alternativas. No entanto, o jovem continua na mesma situação. Nachtigall afirma que Whindersson chegou a oferecer outro triciclo, mas ele não aceitou.



Garoto de 11 anos já desenvolveu sete 'APPS' para Iphone

Foto: Reprodução

Cansado de ver televisão, um menino australiano de apenas 11 anos, Yuma Soerianto, já desenvolveu sete aplicativos disponibilizados na App Store, a loja virtual da Apple. "Comecei a programar com seis anos. Voltei da escola e geralmente via televisão, mas eram repetições e eu odeio repetições. São chatas. Quis fazer algo mais do que ver televisão", explica Soerianto em conversa com o Cnet. Começando a partir de pequenos tutoriais e da construção do seu próprio site, Soerianto passou a desenvolver jogos para navegadores de internet e, pouco depois, criou os apps disponíveis na App Store. Agora, o garoto já está desenvolvendo apps em Realidade Aumentada. No mais recente deles, chamado ‘Let’s Stack AR!’, os jogadores devem ajudar um pato a empilhar blocos 3D. O garoto também mantém o seu próprio canal de YouTube, o Anyone Can Code, no qual procura encorajar e ensinar outras pessoas a começarem a programar.



Equipe de Robótica Brasileira é campeã em competição nos Estados Unidos

(Foto: Divulgação)

A Equipe DROID conquistou o primeiro lugar na categoria Balancer Race da Robogames 2018. Atualmente a Robogames é a maior competição internacional de robótica. Seu foco principal são as lutas de robôs, mas o evento também conta com diversas outras categorias, as quais envolvem resolver desafios com robôs autônomos. A 14 edição aconteceu em Pleasaton, cidade perto de São Francisco, Califórnia entre os dias 27 e 29 de abril de 2018. A equipe brasileira foi campeã na categoria Balancer Race, que consiste em uma corrida de robôs estaticamente instáveis, ou seja, robôs que precisam estar ligados para permanecerem de pé. De acordo com as regras da competição, os robôs necessitam estar equilibrados sobre apenas uma ou duas rodas ou sobre uma esfera. Para completar o desafio, o robô deve percorrer uma distância de 6 metros e, no final do trajeto, permanecer parado. 

A pontuação final é proporcional ao tempo em que o robô completou o desafio, logo, a equipe com a menor pontuação ganha. Os competidores podem também selecionar alguns desafios adicionais, como passar por rampas, redutores de velocidade ou desviar de cones. Esses desafios possuem fatores multiplicativos  que diminuem o tempo total de percurso. A Equipe DROID, em seu primeiro ano nesta categoria, completou o desafio em 6,31 segundos e, com os desafios adicionais, teve um tempo final reduzido para 1,893 segundos, garantindo o primeiro lugar entre equipes dos Estados Unidos, México, e Egito. A Divisão De Robótica Inteligente (DROID) é formada por alunos de diversos cursos da Universidade de Brasília, entre eles, engenharia mecatrônica, elétrica, mecânica e ciência da computação. Os membros da equipe focam em trabalhar com robótica autônoma e participar de competições que pertencem a esta área. Além da Robogames, a equipe participa da competição latino-americana (LARC), na qual também possui muitos títulos. A DROID recebe o apoio da universidade, em especial, da Faculdade de Tecnologia e de seus patrocinadores, a AUTOTRAC, a TEDTEC e a DRON para realizar seus projetos e viagens.

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Descoberta em cemitério, jovem tenta carreira de modelo

Beatriz Rosa ajuda o pai na limpeza de túmulos no cemitério de Jacareí (Foto: Camilla Motta/G1)

Após ser 'descoberta' em um cemitério, a jovem Beatriz Rosa, de 18 anos, tenta carreira de modelo. Há quatro anos ela, que é ajudante do pai coveiro, faz a limpeza de túmulos em Jacareí (SP). Durante o trabalho, um dia a beleza da estudante chamou a atenção de uma família que participava de um sepultamento.“Uma mulher me pediu ajuda para molhar uma planta. Quando me aproximei, ela me olhou e perguntou se eu já tinha pensado em ser modelo. Eu disse que queria, mas que não tinha condições financeiras para fazer um 'book'. Ela disse que tinha uma prima fotógrafa e ia ver se conseguia me ajudar”, contou a jovem, que sonha em ser modelo fotográfica desde criança.A fotógrafa Edna Medici se interessou e se propôs a conhecer a modelo, que pesa 43 quilos e mede 1,62. “Quando a vi achei linda, mas não resolvi ajudar com interesse de que ela ia dar certo, mas por paixão. Acabei me apaixonando por ela e pela família dela, que são educados e humildades. Torço muito para que dê tudo certo, estou sempre tentando ajudar e acompanhando”, disse.A fotógrafa fez o 'book' da modelo e também a ajudou a conseguir alguns trabalhos em lojas e em uma capa de revista regional.

O rosto marcante de Beatriz começou a ganhar visibilidade nas últimas semanas, depois que a jovem apareceu no programa matinal da apresentadora Ana Maria Braga. A aparição rendeu um contrato com uma grande agência de modelos. Edna foi quem mandou um email para o programa contando a história de Beatriz. “Todo lugar que eu vou agora alguém me pede uma foto, um autógrafo. Até um fã clube fizeram para mim. Eu não esperava tudo isso. Foi uma surpresa minha participação no programa e mais surpresa ainda toda essa repercussão”, contou.A jovem espera conseguir trabalhar no mundo da moda e pretende ajudar a família com o salário. “Minha vó trabalha no cemitério há 50 anos, meu pai é coveiro há 24 anos e, desde sempre, eu e a minha mãe estamos aqui com ele, ajudando. As pessoas acham estranho, mas é um lugar muito tranquilo, de paz. Eu gosto de estar aqui e agora é um lugar que me fez ganhar uma chance na vida”, afirmou.

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'Vingadores: Guerra Infinita' arrecada mais de US$ 178,5 milhões em três dias

(Divulgação)

O longa "Vingadores: Guerra Infinita" já arrecadou US$ 178,5 milhões (em torno de R$ 619 milhões) desde a estreia, na quinta (26), em todo o mundo, segundo a Variety. A expectativa é de que arrecade mais de US$ 240 (cerca de R$ 832 milhões) até o fim de domingo na América do Norte. Caso a previsão se confirme, o filme da Marvel ganhará o título de segunda maior bilheteria doméstica em um fim de semana de estreia, atrás apenas de "Star Wars: O Despertar da Força", que alcançou US$ 248 milhões (cerca de R$ 860 milhões). Hoje, o segundo lugar é de "Star Wars: O Último Jedi", com US$ 220 milhões (em torno de R$ 763 milhões). "Vingadores: Guerra Infinita" também deve se tornar o sexto filme da história a superar a marca de US$ 200 milhões em bilheteria doméstica durante o fim de semana de estreia, junto dos dois filmes da saga Star Wars, de "Jurassic World", "Os Vingadores" e "Pantera Negra".Inspirado nos quadrinhos da Marvel, o longa dá sequência aos filmes com o grupo de super-heróis de 2012 e 2015. Na trama, personagens como Homem de Ferro, Pantera Negra e os Guardiões da Galáxia se reúnem para enfrentar Thanos, vilão que quer controlar o universo.



4 Motivos para se meditar no Trabalho

(Foto: Reprodução)

A prática da meditação tem ganhado os escritórios do Brasil afora e quem já experimentou a técnica budista garante não largar mais, seja no ambiente de trabalho ou em casa. Os benefícios de incorporar a prática à rotina vão desde maior poder de concentração até aumento da criatividade. Para quem deseja entender os efeitos da meditação ao cérebro, a Editora Alaúde acaba de lançar o livro “Cérebro e meditação”, obra que retrata os diálogos entre o monge francês Matthieu Ricard – considerado o homem mais feliz do mundo, segundo pesquisadores da Universidade de Wisconsin - e o neurocientista Wolf Singer, diretor do Instituto Max Planck de Pesquisa do Cérebro (Alemanha). Singer é considerado um dos maiores especialistas mundiais no cérebro e autor de mais de 400 artigos científicos sobre neurociência. Veja abaixo a lista com motivos para iniciar a prática hoje.

 

Aumenta o grau de concentração

Relatório para terminar, reunião para acompanhar, projeto para desenvolver e concentração nula. A prática da meditação ajuda a se concentrar em um objetivo específico, criando um fluxo de atenção e aqueles que meditam podem manter a sua atenção durante períodos relativamente longos, conta o monge Mathieu Ricard.

Melhora o relacionamento interpessoal

Sabe aquela pessoa estourada, o famoso pavio curto? Os adeptos da prática budista desconhecem essas atitudes, isso porque eles desenvolvem o autoconhecimento e a meditação aumenta a sensibilidade em relação ao outro. Ainda de acordo com o estudo feito pelo Instituto Max-Planck (Alemanha), dirigido por Wolf Singer, os “burn-outs” são um resultado do desgaste emocional causado pela “fadiga da empatia”.

Aumenta a criatividade e produtividade

Checar o e-mail e Whatsapp a cada cinco minutos consome seu tempo, não?! A concentração ganhada durante a meditação vai aumentar não apenas a sua produtividade no escritório como também a criatividade, já que você não interromperá o processo criativo com facilidade. Ou seja, tudo terá sua hora certa para fazer.

Reduz a ansiedade

A preocupação com o futuro e o próximo passo pode tornar a rotina no mínimo estressante, por isso a prática ajuda o indivíduo a se concentrar no hoje. Para

Mathieu Ricard,  “passamos um tempo considerável sendo vítimas de pensamentos insuportáveis, da ansiedade e da raiva (...) achamos mais fácil considerar que esse caos é “normal”, que a “natureza humana é assim”.

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Polícia invade velório para destravar celular com digitais do defunto

Foto: Reprodução

Enquanto velava o corpo do seu marido, Victoria Armstrong, de 28 anos, viu o velório de seu noivo Linus Phillip, de 30 anos, ser invadido por policiais que precisavam desbloquear seu celular usando suas digitais. O caso aconteceu em Flórida, Estados Unidos. Linus havia sido morto pela própria polícia em um posto de gasolina. Segundo a Polícia local, ele não atendeu a solicitação dos agentes de encostar o carro para que fosse verificado se havia maconha no interior do veículo. Na tentativa de fugir, Linus acabou batendo o veículo. O celular do defunto precisava ser desbloqueado para esclarecer as circunstâncias da sua morte, em uma investigação sobre tráfico de drogas. O tenente Randall Chaney afirmou que foi uma tentativa frustrada de acessar dados no telefone para ajudar na investigação sobre a morte de Phillip e um inquérito separado sobre drogas que o envolveu. O tenente afirmou ainda que os detetives não  precisariam de um mandado porque não havia expectativa de privacidade após a morte.



Tatuagem ajuda fortalecer a proteção do corpo

(Foto: Reprodução)

Para quem pensa que fazer uma tatuagem pode trazer riscos para a saúde, está muito enganado. São vários os benefícios que uma tattoo pode proporcionar. O Tattoo You, estúdio referência na América Latina, listou alguns motivos para quebrar esse tabu. Um estudo realizado na Universidade do Alabama, nos EUA, comprovou que o corpo reage melhor a cada novo desenho realizado na pele. Com a melhora das respostas imunológicas, o organismo fica menos vulnerável a novas infecções, evitando o surgimento de novas doenças. Mas essa regra vale apenas para quem já tem mais de uma tatuagem. A pesquisa também analisou anticorpos chamados “imunoglobulina A” e “cortisol”, que são hormônios relacionados ao estresse. A partir dessa analise foi notado que os níveis de imunoglobulina caíram a cada nova tatuagem, fortalecendo a proteção do corpo. E ao contrário do que muitos pensam, a tatuagem pode aumentar as chances de ser contratado em uma empresa. 

Um estudo apresentado pela British Sociological Association, avaliou pessoas com habilidades administrativas com e sem tatuagem para um recrutamento. No final do processo seletivo os diretores deram preferência aos funcionários tatuados, pois eles podem atrair clientes mais jovens, dessa forma deixando os negócios mais relevantes entre um público difícil de ser alcançado. Outra vantagem é que a adrenalina que a dor da tatuagem causa pode deixar o corpo mais relaxado após o fim da tattoo. Além disso a autoestima também aumenta, as pessoas se sentem mais bonitas com seus desenhos espalhados pelo corpo. Pesquisas também mostram que homens e mulheres com tatuagens são considerados mais atraentes. Um resulto do estudo realizado pelo Universidade deJagiellonian, na Cracóvia (Polônia) apontou que os tatuados foram classificados como os mais saudáveis, masculinos e dominantes. Outro mito em relação a tatuagem está associado ao câncer de pele. O médico americano, Ariel Ostad, afirma que muitas pessoas o questionam sobre a relação entre tatuagem e câncer de pele. Segundo ele, não existem evidências de que tatuagens podem causar câncer de pele. Além de que, pessoas que tem tatuagens tomam cuidado redobrado na exposição solar, estão sempre usando protetor e hidratante, diminuindo os riscos com a pele.   Mais uma vantagem é que elas são verdadeiras artes pelo corpo e ainda podem cobriralguma marca ou cicatriz que queira esconder. Mas é importante  procurar um bom estúdio e um profissional de confiança para realizar o processo. 

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Morre, aos 81 anos, Waldyr Sant'anna, primeiro dublador de Homer Simpson

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O ator e dublador Waldyr Sant'anna, lembrado por ter dado voz à versão brasileira de Homer Simpson durante as primeiras temporadas de Os Simpsons, morreu no sábado (21), aos 81 anos. Ele também dublou o personagem de Eddie Murphy em Um Príncipe em Nova York, também atuou em diversas novelas e produções da TV aberta, como Roque Santeiro, da Globo, em 1985. O colega de dublagem, Guilherme Briggs, publicou uma homenagem em seu Instagram. "Ele sempre era calmo, tranquilo e bem humorado, o que fazia toda a diferença. [...] Inteligente, espirituoso, criativo, divertido e dono de um delicioso humor, Sant'Anna era muito querido por todos nós na dublagem", escreveu.



Controlar como as crianças usam a tecnologia: prevenção ou invasão de privacidade?

(Foto: Reprodução)

Existem muitas maneiras de saber o que uma criança está fazendo online: os aplicativos de geolocalização estão disponíveis como uma ferramenta para cuidar dos pequenos enquanto navegam na internet. Há também aplicativos que regulam o conteúdo que pode ser acessado, outros com acesso ao microfone para ouvir o som de onde estão ou até mesmo gravar tudo o que acontece na tela do aparelho, por meio de captura em vídeo. Embora essas ferramentas pareçam ser a grande solução para os problemas que todos os pais de um nativo digital podem ter, nem todos os aplicativos de controle parental funcionam da mesma maneira, nem têm as mesmas características. Portanto, a ESET América Latina recomenda analisá-los e utilizá-los de acordo com as necessidades de cada família.

Muitos controles que, a princípio, parecem ser úteis para os pais, acabam sendo invasivos, o que causa uma reação negativa. A criança, em vez de se sentir protegida e feliz, sente-se invadida e procura fugir desses controles. "A ESET acredita que a chave não está no controle que é implementado, mas no diálogo e no acompanhamento das crianças no mundo digital, assim como faríamos no mundo físico. Trata-se de ensiná-los, por meio do diálogo e com o apoio de ferramentas digitais, quais são os perigos e riscos na internet, quais são suas responsabilidades, o que deve e não deve ser feito e quais são as formas de se proteger ", afirma Cecilia Pastorino, especialista em segurança de TI da ESET América Latina. As aplicações de controle parental são muito úteis quando as crianças são mais novas, quando começam a utilizar o computador ou têm o primeiro celular. No entanto, ao entrar no início da adolescência, essas ferramentas são cada vez mais difíceis de manter ou implementar. Portanto, a chave é liberar os controles e transferir as responsabilidades lentamente, à medida que crescem e entendem como se comportar online. O objetivo deve ser que a criança entre na adolescência totalmente capacitada e entenda os riscos que existem na internet e como se proteger e, acima de tudo, com a confiança e tranquilidade de poder falar com seus pais se algo os preocupa ou os incomoda. Para conseguir isso, o diálogo e o acompanhamento devem começar bem antes dessa idade, no momento em que a criança começa a frequentar o ambiente digital. A chave para tornar o controle parental uma ferramenta útil para pais e filhos é ela ser uma forma de cuidado e não um controle imposto. Uma vez escolhido o aplicativo que atende às necessidades da família, é melhor instalá-lo e configurá-lo junto com a criança. Antes, você deve estabelecer quais são as regras básicas para o ambiente online e quais são as responsabilidades da criança, explicar que a aplicação do controle dos pais é uma forma de cuidado no mundo digital e que eles o instalarão juntos. Por fim, esses relatórios também são muito úteis para saber quais são os aplicativos que a maioria das crianças usa ou que mais gostam. Conhecer seus interesses é um bom ponto de partida para começar a falar sobre o cuidado digital. É importante entender que talvez as crianças conheçam melhor como um aplicativo funciona ou tenham mais habilidades ao usar o dispositivo móvel, mas são os adultos que mais sabem sobre os riscos e perigos que podem estar à espera deles.

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Internet Wi-Fi vs Li-Fi: conheça diferenças e semelhanças entre conexões

Li-Fi consiste no uso de lâmpadas de LED que podem iluminar ambientes e transmitir dados (Foto: Divulgação/Velmenni)

Li-Fi é uma tecnologia de transmissão de Internet por meio da luz, que, embora tenha diferenças, pode ser confundida com o popular Wi-Fi. A novidade deve promover avanços significativos em termos de velocidade de rede e segurança de navegação. Depois dos primeiros testes, que apontam conexão até 100 vezes mais rápida do que o Wi-Fi, novos produtos começam a despontar no mercado, como a lâmpada da Philips que transmite dados por iluminação. Vale lembrar, porém, que o avanço da tecnologia não deve significar a morte do Wi-Fi – a conhecida conexão sem fio ainda oferece vantagens importantes. Por isso, o TechTudo traz um comparativo entre as duas formas de transmissão de dados. Conheça as semelhanças e diferenças do Li-Fi e do Wi-Fi. As duas tecnologias são métodos de transmissão de dados por redes sem fio. A grande diferença está no fato de que o Wi-Fi opera em frequências de rádio, ou seja, transmite informações de forma análoga ao que rádios e TVs fazem há décadas.O Li-Fi também é um meio de comunicação por rede sem fio, mas sem o uso de ondas de rádio. Essa tecnologia usa luz visível (além de ultravioleta e infravermelho) para enviar e receber informações em um mesmo ambiente. Enquanto o Wi-Fi troca dados por meio de dispositivos e roteadores em um mesmo ambiente de rede, o Li-Fi estipula o uso de LEDs capazes não apenas de iluminar um espaço físico, mas também de transmitir informações piscando. As grandes vantagens do Li-Fi estão relacionadas com a possibilidade de operar com taxas de transferências bem mais altas. Outro ponto positivo é a robustez do sinal de comunicação que não sofre interferência, ao contrário do Wi-Fi que pode ser perturbado em ambientes de altos níveis de radiação eletromagnética.



Projeto de Lei sobre proteção de dados proposto pelo Senado pode frear inovação

(Foto: Reprodução)

Na terça-feira, 17 de abril, o Senado Federal receberá em plenário representantes da Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) para debater os impactos do Projeto de Lei 330, de 2013, que pretende definir novos parâmetros para a proteção e uso de dados dos consumidores brasileiros por empresas privadas.  O convite, feito pelo Presidente da Casa, o Senador Eunício de Oliveira, visa enriquecer o debate batizado de “Proteção, tratamento e uso de dados pessoais”. Com isso, os congressistas vão ceder  espaço para que o diretor jurídico da entidade, Márcio Cots, possa defender os pontos de preocupação do setor de IoT em relação a possível burocratização excessiva que a medida pode impor para os desenvolvedores de tecnologias e serviços. Para Cots, a medida pode vir a ser um obstáculo para a capacidade de inovação do país e, consequentemente, para a popularização do uso de dispositivos de internet das coisas no Brasil. “Um dos dispositivos do projeto prevê que seja solicitado a autorização do usuário toda a vez que uma empresa utilize dados de um banco de clientes, mesmo que ele já tenha liberado esse acesso em primeiro momento, criando uma redundância que impacta diretamente na agilidade do desenvolvimento de projetos e novos produtos”, explica. Desde o começo de 2018, a ABINC, alinhada com a aplicação do Plano Nacional de IoT, tem intensificado os esforços para acelerar o processo de popularização do uso de tecnologia de internet das coisas no país. Com ajuda da iniciativa pública e privada, a entidade busca promover um ambiente propício para o desenvolvimento de serviços e devices nacionais, além de investir na educação sobre o tema entre o empresariado e os usuários finais. 



Smart Cities: cidades cada vez mais inteligentes

Seul, capital da Coréia do Sul (Foto: Divulgação)

Nas cidades inteligentes, o cidadão e os serviços essenciais estão conectados, utilizam energia limpa, reaproveitam a água, tratam o lixo, compartilham produtos, serviços e espaços, se deslocam com facilidade e usufruem de serviços públicos de qualidade. Além disso, a cidade inteligente cria laços culturais que une seus habitantes, propicia desenvolvimento econômico e melhoria da qualidade de vida. Em busca do status de Smart City, cidades de todas as regiões do planeta irão investir entre US$ 930 bilhões e US$ 1,7 trilhões ao ano até 2025. Porém, mais do que investimentos, a cidade para ser inteligente, necessita de iniciativas inteligentes do poder executivo e legislativo. A iniciativa privada tem se reunido em fóruns mundiais, como o SmartCity Business America, para apontar soluções e oportunidades de negócios no mercado das Smart Cities. Entre as adaptações, que seguem o desejo da população, estão a adoção de conceitos e tecnologias sustentáveis; inclusão urbana, ao contrário do isolamento das periferias; educação agregadora para evitar a radicalização; foco total na educação presencial e inclusiva até os 18 anos; e planejamento urbano que contemple os espaços para ensino e educação, que hoje não é apenas uma questão acadêmica. 

Com essas novas características, as cidades inteligentes terão um aumento da oferta de emprego nos setores públicos, de hospitalidade e, principalmente, da economia criativa, área que tem crescido exponencialmente, tendo como processo principal o ato criativo e resultando, entre outros, na transformação da cultura local em riqueza econômica. Essa evolução social e cultural promete gerar novo desejos, fazendo com que a cidade seja utilizada cada vez mais por prazer e promovendo ideais como inclusão, aproximação, conectividade, relacionamento e compartilhamento. O conceito aborda, também, a verticalização das cidades, com práticas sustentáveis e encurtando distâncias com soluções inteligentes de transporte, com o carro deixando de ser sonho de consumo; e uma transformação legislativa, que deverá possibilitar e encurtar caminhos para o desejo da maioria. As novas tecnologias vão permitir, ainda, que as pessoas possam trabalhar em casa, além de não precisarem se deslocar para adquirir o básico ou resolverem problemas burocráticos. Não tem mais lógica as pessoas se dividirem diariamente entre dois ambientes (residencial e comercial). Assim como não existe lógica no horário comercial padrão. Por qual motivo a maioria das pessoas é obrigada a se deslocar nos mesmos horários? Veremos, em breve, o fim dos prédios comerciais como conhecemos. Já os prédios residenciais ganharão novos conceitos e funcionalidades. Fica claro que os próximos anos serão de transformações intensas nos grandes centros urbanos. O conceito das Smart Cities tem ganhado força em todos os continentes e, em breve, seus benefícios estarão presentes em nossas vidas. Em um ambiente cada vez mais degradado e com dicotomias religiosas e políticas, as cidades inteligentes, apostando na inclusão, em soluções compartilhadas e em serviços públicos eficazes, podem representar a oportunidade de viver numa sociedade ideal.

*Carlos Rodolfo Sandrini é arquiteto, urbanista e presidente do Centro Europeu (www.centroeuropeu.com.br).

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Gigantes da internet sabem por onde você anda, que lugares frequenta e com quem fala; entenda

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, durante visita a parlamentares na véspera de audiências no Senado e na Câmara dos EUA. (Foto: Leah Millis/Reuters)

Facebook pode até ser a bola da vez, devido ao vazamento dos dados de 87 milhões de seus usuários, mas não é a única empresa que coleta, processa e usa em plataformas conectadas as informações de bilhões de pessoas em todo o mundo. Ele está acompanhado de outras gigantes de tecnologia como Apple, Google, Microsoft e Twitter, que não sabem só por onde você anda, que lugares frequenta ou com quem fala. Conhecem sua opinião sobre assuntos íntimos, da política à opção sexual. E ainda trabalham para refinar mais suas lupas tecnológicas, para conseguir, por exemplo, definir a classe social de alguém usando detalhes como qualidade do celular usado. Fabio Malini, professor e pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cultura da Universidade Federal do Espírito Santo (LABIC/UFES), concorda com a ideia. Acrescenta, porém, que essas companhias não deixam de seguir seus usuários pelo mundo virtual quando seus aplicativo são fechados ou o celular é colocado no bolso.

Os especialistas consultados pelo G1 classificaram as informações usadas por essas empresas em três categorias:

  • Cedidas pelo usuário;
  • Coletadas a partir do que o usuário faz em serviços conectados;
  • Inferidas a partir das informações disponíveis.

O que você diz a seu respeito?

Ao criar uma conta em algumas das plataformas de grandes empresas, seja no Facebook ou no Twitter, qualquer pessoa cede informações corriqueiras sobre si, como nome, endereço de e-mail, endereço residencial, número de telefone. Em alguns casos, cedem também o número do cartão de crédito.

“Quanto a isso há um certo nível de transparência”, diz Doneda. Só que a coleta de dados não para por aí. Compreende ainda as informações tiradas dos aparelhos usados para navegar nesses serviços.

O que seu celular diz sobre você?

Todas essas empresas conseguem identificar onde uma pessoa está, usando sensores dos aparelhos, como o GPS, ou combinando uma série de recursos, como conexão via Bluetooth, o endereço IP do dispositivo e até conexões a redes de Wi-Fi ou a torres de celular. Sabem ainda o modelo de smartphone, computador ou TV usados, se os sistemas operacionais já foram atualizados e até a qualidade da rede móvel.

O objetivo aqui, dizem as companhias, é permitir que algumas funções operem. “Poderemos utilizar e armazenar informações sobre a sua localização para fornecer funcionalidades dos nossos serviços, tais como permitir a você tuitar com a sua localização”, exemplifica o Twitter.

Aquelas que possuem plataformas mais abrangentes, como sistemas operacionais, exercem essa coleta de forma mais ampla. O Google, dono de Android (celulares e tablets) e ChromebookOS (computadores), sabe para quem você liga, a que horas foi e quanto durou a chamada. O mesmo vale para os envios de SMS. O Facebook também guardas essas informações, desde que chamadas e SMS tenham partido de seus aplicativos.

A Apple, dona do iOS (celulares e tablets), WatchOS (relógio) e MacOS (computadores), não deixa claro se faz isso, mas diz que se houver “consentimento explícito” pode “coletar dados sobre como você usa seu dispositivo e os aplicativos”. As duas, assim como a Microsoft, dona do Windows e do Office, sabem quais compromissos foram agendados pelas pessoas. 

O Facebook coleta “curtidas” e “reações” dadas a publicações, assim como as páginas que os usuários escolhem seguir. O Google reúne, por exemplo, as pesquisas feitas na web, os endereços e trajetos buscados no Maps, informações sobre e-mails enviados e recebidos pelo Gmail, vídeos vistos e pesquisados no YouTube e até informações sobre as fotos guardadas em sua nuvem.

A Apple reúne todas as interações com o iCloud, iTunes Store, App Store, Mac App Store, App Store para Apple TV e iBooks Stores. Todas dispõem de cookies, códigos presentes em navegadores para registrar sites visitados na web.

Para dar mais nuance à visão que possuem de seus usuários, essas empresas costumam ainda fazer acordos com outras companhias que mantêm informações das quais não dispõem. Malini lembra que, até o fim de março, por exemplo, o Facebook mantinha uma parceria com a Serasa Experian, que também ocorria na Austrália, EUA e Reino Unido. A Serasa mantém, por exemplo, um banco de dados de pessoas que estão com o nome sujo e outras informações financeiras.

“Alguns interesses, a própria plataforma consegue aferir. Para outros, a empresa vai ter que se associar a grandes bases de dados, como o Serasa”, diz o professor. O objetivo era segmentar as pessoas por faixas de renda, a fim de melhorar o envio de anúncios.

Sem liberdade

Enquanto uma pessoa normal teria dificuldade para concatenar tantas informações esparsas, as empresas não só já possuem seus dossiês sobre seus usuários como criam novas formas de tirar mais dos dados que já possuem.

O Facebook, por exemplo, pediu o registro da patente de um algoritmo que posiciona alguém em determinada classe social com base em informações como modelo do celular, uso de internet e histórico de viagens.

Apple, Facebook, Google, Microsoft e Twitter usam não só os dados que os usuários fornecem, mas todos os hábitos de consumo dos usuários para enviar conteúdo. Algumas delas tentam ir além e fazer essas sugestões com base no estado emocional das pessoas. Para os especialistas ouvidos pelo G1, isso pode limitar a liberdade de escolha.

“A manipulação dos dados pessoais equivale à manipulação da própria pessoa, porque esses dados não são algo que podem ser separados dela, são uma projeção”, diz Doneda.

“Uma manipulação dos dados pessoais pode restringir a nossa liberdade a tal ponto de muitas das nossas opções e nossos direitos acabem sendo prejudicados.”

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