O governo anunciou nesta sexta-feira (20) a liberação de R$ 1,7 bilhão do Orçamento de 2024, reduzindo o total de recursos congelados de R$ 15 bilhões para R$ 13,3 bilhões. Essa decisão é impulsionada pela reoneração gradual da folha de pagamento, que deverá reforçar os cofres federais em R$ 18,3 bilhões até o final do ano. O novo Relatório Bimestral de Receitas e Despesas aponta que o bloqueio de despesas aumentou de R$ 11,2 bilhões para R$ 13,2 bilhões, mas o contingenciamento de R$ 3,8 bilhões foi revertido. As principais elevações nas despesas se devem ao aumento em gastos com Previdência e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), parcialmente compensadas por cortes em outras áreas. A reversão do contingenciamento resulta de um aumento de R$ 4,4 bilhões na receita líquida do governo, que permitiu a redução da estimativa de déficit primário para R$ 28,3 bilhões em 2024. O novo arcabouço fiscal estabelece uma meta de déficit zero, mas com uma margem de tolerância de R$ 28,75 bilhões.
Foto: Luciano Santos l 97NEWS 











Pela norma, postulantes ao cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador ficam impedidos de detenção durante os 15 dias que antecedem o primeiro turno do pleito, que neste ano será realizado no primeiro domingo outubro (dia 6). A regra está prevista no parágrafo 1º do artigo 236 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). O objetivo da medida é garantir o equilíbrio da disputa eleitoral e prevenir que prisões sejam usadas como manobra para prejudicar o candidato por meio de constrangimento político ou o afastando de sua campanha eleitoral. Caso ocorra qualquer detenção no período, o candidato deverá ser conduzido imediatamente à presença do juiz competente, que verificará a legalidade na detenção. Quando não houver flagrante delito, o juiz deverá relaxar a prisão do candidato. No caso dos eleitores, o prazo que proíbe a prisão é de cinco dias antes do pleito (1º de outubro), a não ser em flagrante delito.














