O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do governo federal para 2022 propôs um salário mínimo de R$ 1.147. O texto foi divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Ministério da Economia, já no último dia de prazo para o envio da proposta ao Congresso. O valor para o próximo ano é R$ 47 maior que o salário mínimo atual, de R$ 1.100. A alta de 4,27% é a previsão do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano, ou seja, sem valorização real do salário mínimo, apenas com a correção inflação, como determina a Constituição. Como referência para os anos seguintes, o governo propôs um salário mínimo de R$ 1.188 em 2023 e de R$ 1.229 em 2024 – valores que podem ser alterados posteriormente.
Foto: Luciano Santos l 97NEWS 











De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão vai destravar o projeto, algo considerado fundamental para transformar a logística no estado. Além disso, contribuirá com a meta de ampliar a participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil. O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão utilizados para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Nas contas do governo federal, a concessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão. A expectativa é a de que o T aerorecho 1 (Ilhéus-Brumado-Caetité) comece a operar em 2025, já transportando, segundo estudos, mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro compõe a maior parte da carga a ser transportada no trecho, mas também serão transportados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.









