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Homem troca tiros com a polícia durante abordagem em Brumado

Foto: Divulgação l Polícia Militar

Na noite da última terça-feira (14), durante ronda de rotina na Rua Princesa Isabel, no Bairro Malhada Branca, em Brumado, a Polícia Militar notou um carro em situação suspeita. Ao perceber a presença da viatura policial, o motorista tentou fugir, mas foi interceptado. Segundo a PM, ao descer do carro para ser abordado, o suspeito fugiu, sacou uma arma e atirou contra os policiais. Estes revidaram, mas o homem conseguiu fugir.  O veículo foi apreendido para adoção das medidas necessárias.



Mandetta afirma que sua demissão 'deve se concretizar hoje ou amanhã'

Foto: Reprodução

No auge da crise com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, estima que sua demissão não passa de sexta-feira (17). Ele fez o anúncio em videoconferência, gravada com especialistas na manhã desta quinta (16). "Devemos ter uma situação de troca no ministério que deve se concretizar hoje ou amanhã", ressaltou. Desde que ele concedeu uma entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo (12), a expectativa de que sua demissão ocorreria logo cresceu. "Eu sou a peça menor dessa engrenagem, eu escolhi muito bem a minha equipe", destacou na reunião de hoje, acrescentando que o trabalho no ministério deve continuar, com foco no combate à pandemia de coronavírus, mesmo com a troca de comando. Ele e Bolsonaro divergem, principalmente, sobre a quarentena. Enquanto o Ministério da Saúde endossa a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) a favor do isolamento social, Bolsonaro prega a adoção de um "isolamento vertical", exclusivo para pessoas no grupo de risco da Covid-19.



Coronavírus: Com demissões e cortes no contrato, empresário demite 54 funcionários em Brumado

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Em meio à crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus, os pequenos e médios empresários são alguns dos primeiros a sentir o impacto da menor demanda e circulação de pessoas. Principalmente os de serviços, como limpeza, alimentação e varejista, que já registram quedas vertiginosas nas vendas e estão se adaptando para tentar minimizar os prejuízos. Mesmo assim, demissões já começam a acontecer em outras áreas e, a preocupação com a incerteza do que vai ocorrer nos próximos meses só aumenta. É o caso da Lig Lixo, empresa que há 7 anos em Brumado atua na área de limpeza urbana, e teve que reduzir o seu quadro de colaboradores. A quarta-feira (15), foi o último dia em que 54 funcionários permaneceram na folha de pagamento. A decisão de 'demitir' ocorreu, depois de ter o contrato com a prefeitura reduzido em quase 50%, por conta da pandemia. "Infelizmente eu tô passando, talvez um dos piores dias como empresário. Porque lá atrás, há 20 anos eu criei a empresa com intuito de oferecer emprego aqueles mais necessitados e que veio de origem humilde, assim como eu vim. E lamentavelmente pegou minha empresa de cheio, e tivemos que praticamente reduzir em 50% o quadro de funcionários", lamenta Davi Ferreira. Ele fez questão de salientar que, mesmo com o quadro reduzido, vai continuar realizando de maneira que possível, um bom trabalho na cidade. "Nesse periodo chuvoso, nós vemos ai o mato crescendo próximo às guias do calçamento, mas a nossa equipe já está pronta para começar esse serviço nas ruas", esclareceu. A crise gerada pelo Covid-19 pode aumentar o número de desempregados em Brumado, e uma perda de renda do trabalhador. A empresa de Davi já chegou a prestar serviços em 10 municípios da Região Sudoeste, mas atualmente, segundo ele, a Lig lixo atua em apenas sete cidades. E com o advento da pandemia, ele teme uma crise ainda maior. "Pra mim é com muita tristeza que anunciei aos meu colaboradores esse desligamento. Cheguei a marcar duas reuniões com eles, mas me emocionei muito e desmarquei. A emoção foi muito forte em ver pais de família e trabalhadores guerreiros terem que ser mandados pra casa por conta dessa crise que acomete todo o país", lamentou Davi Ferreira.



Com detentos em presídios da região, famílias pedem a inauguração imediata da unidade prisional em Brumado

Foto: Manu Nunes l 97NEWS

Familiares reclamam da transferência de detentos da cadeia de Brumado para presídios da região. A decisão da Justiça de Brumado ocorreu nos últimos meses e desde então a comunicação com os parentes presos tem sido difícil, segundo eles. Procurada por um grupo de mães, esposas e parentes, elas relataram ao 97NEWS que muitos estão no presídio de Vitória da Conquista, a 130 km de Brumado, o que dificulta a locomoção dos familiares até a cidade. "A gente já não aguenta mais pagar passagem, temos que levar alimentação para os nossos filhos, roupas, tem que levar de tudo. Eu não tenho condições de viajar todos os meses, ainda mais agora nessa crise da doença", disse Maria da Glória, mãe de um dos detentos transferidos para o município vizinho. Durante a quarentena como medida para conter a proliferação do coronavírus entre agentes de segurança penitenciários, presos, visitantes e a população em geral, as visitas foram limitadas, o que de acordo com as famílias, deixa a situação ainda mais grave. "A cada 15 dias temos que mandar um parente lá [presídio], e não temos dinheiro todo mês suficiente para tá gastando. Eu por exemplo vendo [geladinho], se eu não vender, eu não tenho dinheiro para comprar as coisas. E se ele estivesse no presídio daqui, seria mais fácil", cobra a mãe. Elas ainda questionam ao governador Rui Costa: o porque na demora em abrir a unidade prisional de Brumado?. "A gente quer saber porque não abre esse presídio de Brumado. Rui Costa, pelo amor de Deus, abre esse presídio logo porque nossos filhos estão correndo risco de até contrair o coronavírus lá. Eles estão isolados e os outros presos estão ameaçando eles", questiona Cidália, outra mãe de detento. Conforme as famílias, com a abertura do presídio local, o custo será menor, principalmente em tempo de pandemia. "Sabemos que eles erraram e estão pagando pelo erro, mas também não podemos aceitar as condições em que eles estão sendo tratados em Vitória da Conquista. Até o advogado está impedido de falar com o meu filho", afirma a balconista. A Edileuza dos Santos Costa, de 51 anos, conta que o seu filho está há quase um ano na prisão, mas que devido à problemas de saúde e a distância, visita o filho com menos frequência. "Com o meu problema de saúde eu vou menos lá, mas minha nora é a que mais frequenta o presídio, mas mesmo assim, o gasto é grande. Sem contar com o sofrimento, em sair daqui as 2h da madrugada, chegar lá as 05h da manhã e pegar outro transporte até o presídio. É muito sofrido, doloroso para as famílias. Sabemos que eles erraram, mas são os nossos filhos e maridos, e temos que estar do lado deles dando um conselho e conforto, nem que seja por algumas horas. Mas é o meio que nos conforta como mãe", esclarece Edileuza. 



Entre a realidade paralela e um milagre como no filme 'Milagre na cela 7'

Foto: Divulgação

Lingo Lingo! É assim que Memo saúda sua filha, Ova, no longa turco de “Milagre na Cela 7”. A história, gira em torno de um homem com deficiência intelectual no corredor da morte. E não é uma propaganda gratuita para o filme. Citar Memo nesse caso é para tentar traçar um paralelo entre o que o personagem vive na cela 7 e a situação que o Brasil vivencia na batalha contra a Covid-19. Aqui encerra-se a possibilidade de spoiler. Por mais que haja um esforço de negação, o novo coronavírus está tendo um efeito devastador na organização social e econômica mundial. Milhares de pessoas estão a morrer ao redor do globo, mas, ainda assim, há quem insista que o Brasil não pode parar. É como se estivéssemos oficialmente condenados à morte, mas ainda assim insistimos que é apenas um rito de passagem. Em terras brasileiras, passamos pela fase da “gripezinha” e chegamos muito recentemente ao momento do “problema aí”. É muito pouco para uma doença que tem devastado nações, que têm uma dificuldade muito grande para enfrentar o colapso da saúde, ao tempo em que tenta lidar com o luto de uma maneira bem distinta do habitual. A Covid-19 tem gerado profundas reflexões sobre o que esperamos do futuro. E sempre com o receio de que pode não haver um futuro para planejarmos ou pensarmos. No filme, Memo e Ova constroem uma linda relação entre pai e filha. A história se desenvolve, principalmente, a partir da perspectiva da pequena, órfã de mãe e criada pelo pai deficiente e pela avó. Enquanto isso o pai espera por uma decisão do que vai acontecer com ele, sem nem mesmo ter consciência real do que o espera. Qualquer semelhança com a atual situação política do Brasil é mera coincidência. Até porque o filme é turco, inspirado em uma produção sul-coreana e sem beber explicitamente em qualquer fonte cultural brasileira. Durante a crise da Covid-19, há a sensação de que algo nos impede de perceber o quão grave é a situação. É como se fosse um universo paralelo e, tal qual o personagem do filme, não nos damos conta da realidade dura que vivemos e viveremos nos próximos anos. Não parece ser algo consciente, mas ainda assim isso traz um risco imenso mesmo para quem está cumprindo ao máximo as regras de isolamento. Pena que essa manifestação possa ser um caminho para a morte para milhares de brasileiros. Morte que é ponte que quase ninguém está preparado para cruzar. Infelizmente, não dá para ficar esperando que aconteça um milagre. Como não é meu papel antecipar o fim do filme, ficamos todos na expectativa sobre o que acontece. Garrafas! É assim que Ova responde ao chamado do pai.



Dos 28 mil casos confirmados no Brasil, mais da metade já estão curados do covid-19

Foto: Reprodução l Reuters

O Brasil registra atualmente 28.912 casos confirmados para Covid-19, o novo coronavírus. Além disso, o país também registrou 1.760 mortes até a manhã desta quinta-feira (16). Mas a boa notícia é que, desses quase vinte e nove mil casos, mais da metade já estão curados da doença. Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), cerca de 14.026 pacientes se recuperaram do vírus, ou seja, 55% do total dos casos diagnosticados até hoje. Desse total, excluem-se os óbitos e os pacientes que ainda se encontram internados. O ministério utiliza uma metodologia mundial, que leva em conta o tempo passado desde o diagnóstico. Aqueles que não evoluíram para óbito depois de determinado período -- normalmente entre duas e três semanas -- são considerados recuperados. Desta forma, acredita-se que uma parcela da população já pode ter anticorpos contra o vírus. O objetivo é saber pela amostragem qual seria esse percentual. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressaltou que o contato com o vírus é como uma "autovacinação". "Tem muita gente assintomática e que ganha anticorpo, tem muita gente com forma leve que é [positivo] para corona e nem procura atendimento", explica.



Brasil registra mais de 1.700 mortes por Covid-19

Foto: Reprodução

A quantidade de pessoas infectadas por coronavírus, no Brasil, subiu para 28.320 e o número de mortes chegou a 1.736. Esses dados foram consolidados com as informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde ao Ministério da Saúde até às 14h de quarta-feira (15). Um dado importante é que o estado do Tocantins registrou uma morte relacionada à doença. Isso significa que, agora, todos os estados do país possuem casos confirmados de morte pelo coronavírus. De acordo com dados registrados até o momento, pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado, como afirma o secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira. “A faixa etária permanece oscilando em torno de 73% acima de 60 anos e nos grupos de risco 73% apresentam pelo menos algum fator de risco”.

 



Boa notícia: 7 pacientes já estão curados de Covid-19 em Brumado

Foto: Divulgação

A Secretaria de Saúde (Sesau) do município divulgou no final da tarde desta quarta-feira (15), um novo boletim epidemiológico do Covid-19, o novo coronavírus na cidade. De acordo com o boletim, dos oito casos confirmados da doença, sete pacientes já estão curados. O número de notificações de casos suspeitos é de 484. Já os casos descartados são 35. A secretaria de saúde aguarda o resultado de onze exames do Laboratório Central (Lacen). Nenhum paciente está hospitalizado no município. A secretaria pede a participação popular para conter o avanço do vírus, adotando medidas de higiene e mantendo o isolamento domiciliar.



Gestores devem avaliar condições antes do fim do isolamento social, afirma ministro da Saúde

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Brasil tem registrado maior número de casos confirmados do coronavírus. Com isso, boa parte dos estados da Federação tem apostado em prolongar as medidas de distanciamento ou isolamento social. No entanto, na contramão, algumas cidades começam a reduzir o isolamento, por questões profissionais ou pessoais. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, diz que esse movimento vai acontecer, mas os gestores devem ficar atentos à infraestrutura de saúde e aos dados de comportamento da doença antes de mudar as restrições. “Se isso for acelerado, temos locais onde podem faltar equipamentos de proteção, recursos humanos e respiradores. Se fizermos de uma maneira menos acelerada, poderemos ganhar imunidade com tempo um pouquinho maior. Dessa dosagem entre imunidade coletiva, imunidade individual e capacidade de atendimento, desse tripé, nós podemos saber o nosso avanço. E só teremos uma situação tranquila, quando a ciência disser: temos uma vacina.” Para o ministro da Saúde, as atividades devem ser retomadas com segurança, evitando explosão de casos.

 



Defesa Civil identifica outras residencias em situação de risco em Brumado

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

As recentes chuvas em Brumado começa a deixar a Defesa Civil Municipal em alerta, pois o risco de desabamento de casas na Capital do Minério começa a aumentar, principalmente após queda de parte de uma casa na madrugada desta quarta-feira (15), na rua Aloísio de Castro Gomes, no bairro Dr. Juracy, onde, pelo menos 2 casas correm o risco de cair. Uma terceira casa, foi identificada no bairro Malhada Branca. No desmoronamento de hoje, a família teve que deixar a residência devido ao risco. Além do perigo iminente, os moradores do Dr. Juracy reclamam da falta de escoamento da água das chuvas, o que deixa as ruas esburacadas. O membro da Defesa Civil, Márdio David Alves, explica que todas as medidas estão sendo tomadas, se referindo a casa do senhor Florisvaldo da Silva, de 62 anos, que ficou debaixo dos escombros. "Nesse momento as equipes estão demolindo o restante da casa para que não haja riscos de novos desabamentos", frisou Márdio David. Segundo o coordenador da Defesa Civil, na segunda casa que fica localizada na mesma rua, os moradores foram orientados a deixar o imóvel. "Pedimos a família para sair da casa, para que não aconteça um acidente, assim como aconteceu com a outra família", esclareceu. De acordo com ele, a instituição monitora constantemente a cidade a partir da possibilidade de novas chuvas. Conforme ele, muitas famílias se recusam a deixar as casas. "Nós vamos reunir todo o relatório, e participar de uma reunião com a administração municipal e, só assim, saberemos o que vamos fazer", relatou Alves. Ainda conforme o membro do órgão, a terceira casa identificada no bairro Malhada Branca também teve parte da estrutura danificada, mas ninguém se feriu. "A família já foi realocada para a casa de um filho, e todos estão bem", afirma Márdio David que ainda alerta aos moradores que em caso de detecção de avarias em alguma residência, o morador deve ligar para a Defesa Civil no número 77 3441-8790.