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Brumado: Farmácias voltam a operar em regime de plantão

Foto: Reprodução

Após diversas cobranças feitas pela população, as farmácias da Capital do Minério voltam a operar no regime de plantões 24 horas conforme o que determina a Lei Municipal nº 1.025. De acordo com a Vigilância Sanitária, a norma vinha sendo descumprida desde há vários anos. Após verificar que o horário estabelecido não estava sendo respeitado, a Prefeitura realizou uma reunião com representantes de todas as farmácias para o cumprimento da obrigação legal de funcionamento em período de 24 horas. Denunciadas pela imprensa local, as drogarias e farmácias não estavam cumprindo o regime de plantão noturno, o que ocorria, na realidade, é que tínhamos, até então, um estabelecimento que atuava no regime de 24 horas, mas a empresa encerrou o atendimento durante a madrugada e a cidade de Brumado ficou desassistida durante o horário das 22h às 06h. De acordo com a Prefeitura, após a notificação, a administração realizou uma verificação junto às farmácias para saber a real situação de funcionamento dos estabelecimentos. Após acertos e decisões, foi instituído o sistema de plantão noturno de forma  ininterrupta, em formato de rodízio. “Desta forma, garantimos que a população não tenha esse serviço descontinuado no período noturno. Sendo assim, cada mês teremos uma escala de vigência informando qual farmácia ficará responsável pelo atendimento noturno de cada dia”, esclareceu a administração municipal a imprensa local. Veja a escala (aqui).



Brumado: Homem passa mal e cai de moto na Praça da Igreja Matriz

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Um homem de aproximadamente 39 anos ficou ferido na tarde desta segunda-feira (03) após passar mal e cair da moto na Praça Capitão Francisco de Souza Meira (Praça da Matriz), no centro de Brumado. Segundo testemunhas, o motociclista se sentiu mal ainda quando pilotava e, após cambalear na via, acabou batendo a cabeça no chão. Ele foi socorrido por populares. Em seguida uma ambulância do Samu foi chamada, e realizou os primeiros socorros. O homem foi encaminhado ao Hospital Municipal Professor Magalhães Neto consciente. O acidente aconteceu por volta das 15h50. A Superintendência Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) esteve no local e controlou o trânsito que chegou a ficar paralisado por alguns minutos. Não há mais informações sobre o estado de saúde da vítima.



Brumado: Justiça determina afastamento de servidores municipais do grupo de risco do coronavírus

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Brumado impetrou mandado de segurança coletivo, com pedido de liminar, contra ato supostamente ilegal da prefeitura municipal no sentido de que seja assegurado o direito ao afastamento do trabalho presencial dos servidores que integram o grupo de risco no enfrentamento a Covid-19, o novo coronavírus. Na sentença, o juiz Antônio Carlos do Espírito Santo Filho acatou, parcialmente, o pedido e, em virtude da decisão, 23 servidores foram afastados de suas atividades no município. “Não há dúvida que a permanência de servidores idosos, gestantes, hipertensos, diabéticos e portadores de câncer e tromboembolismo pulmonar (grupo de risco), nos seus postos de trabalho, poderá causar danos a sua saúde e de seus filhos/familiares, danos que dificilmente poderão ser reparados caso esses profissionais não sejam protegidos de forma imediata. Outrossim, não sendo possível o exercício do desempenho de seus trabalhos em locais salubres, como, por exemplo, o trabalho remoto, os referidos servidores deverão ser afastados de suas atividades, sem prejuízo remuneratório”, sentenciou. Caso não cumpra a determinação, o prefeito poderá sofrer multa diária de R$ 1 mil até o limite de R$ 20 mil. Durante o período de teletrabalho ou, na sua impossibilidade, durante o período de afastamento, fica proibido ao gestor municipal efetuar quaisquer descontos inerentes ao cargo e função então desempenhados.



Governo prepara concurso com 2 mil vagas para a PF, diz ministro da Justiça

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O governo federal prepara um novo concurso para preencher vagas na Polícia Federal. A informação foi dada na sexta-feira, dia 31 de julho pelo ministro da Justiça, André Luiz Mendonça. Segundo ele, já está sob elaboração um edital que contemplará cerca de 2 mil vagas. “Nós vamos ter o maior efetivo da história da Polícia Federal, justamente para o combate da criminalidade organizada”, ressaltou o ministro. Mendonça afirmou, ainda. que esteve na última semana com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Economia, Paulo Guedes para preparar as diretrizes do concurso. Em janeiro deste ano, o então ministro da Justiça, Sergio Moro, pediu ao Ministério da Economia que o orçamento de 2020 fosse revisto e ampliado para incluir o concurso da PF. No pedido de liberação de verbas do concurso da PF, para os cargos já definidos da área administrativa, o destaque é para a carreira de agente administrativo, que pede apenas ensino médio e conta com remuneração inicial de R$ 4.746,16, incluindo 2.279,16 de salário básico e R$ 2.467 de gratificação de desempenho de atividade de apoio técnico administrativo. 



Homem mata esposa após briga por Auxílio Emergencial em Belém

Foto: Reprodução l SBT

Uma mulher de 32 anos, foi assassinada a facadas pelo marido, de 28, em Belém. Imagens da câmera de segurança de um estacionamento registraram o crime. Nas imagens, é possível ver o casal discutindo e o agressor golpeando a vítima com uma faca no peito. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. A mulher deixa duas filhas. Parentes da vítima contaram que o homem já respondia a um processo por agressão à mulher. Ele foi preso em um shopping no final de semana e confessou a ação. À polícia, ele afirmou que eles haviam discutido por ele não repassar o valor do auxílio emergencial de R$ 600 para ela. As informações são do canal SBT.

 



Pesquisa aponta que 28% dos jovens não voltarão às aulas após pandemia

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Uma pesquisa divulgada no dia 23 de julho apontou que 28% dos jovens e 15 a 29 anos pensam em deixar os estudos quando as escolas e universidades reabrirem, após suspensão das aulas devido à pandemia do novo coronavírus. O vice-presidente do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) e coordenador da pesquisa "Juventudes e a pandemia do Coronavírus", Marcus Barão, disse à Agência Brasil que o processo visa construir uma base sólida de evidências, de dados, que sejam capazes de apoiar tomadores de decisão das esferas pública e privada na formulação de políticas públicas e projetos “para e com a juventude no período de pandemia, tanto para o enfrentamento dos desafios de agora, como para a construção de perspectivas para o futuro”. Os 33.688 jovens que responderam ao questionário são oriundos de todos os estados da Federação e do Distrito Federal. Outro dado da pesquisa aponta que, em relação ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), quase 50% manifestaram dúvida em fazer as provas. Para os organizadores da pesquisa, isso significa um risco ao processo de pleno desenvolvimento da juventude nessa etapa-chave da vida. “Isso é crítico não só quando a gente olha para o indivíduo, mas quando a gente olha para a condição de país, isso fica muito sério porque, basicamente, a gente tem hoje a maior geração de jovens da história do Brasil”. Barão lembrou, porém, que antes da pandemia, a juventude já enfrentava grandes desafios. A taxa média de desemprego entre a população de 18 a 24 anos de idade, por exemplo, era de 27,1%, o que significa mais que o dobro da taxa média de desemprego da população em geral, de 12,2%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando a pandemia vem e interrompe o processo educativo, as alternativas apresentadas de educação remota e à distância elevam as desigualdades de acesso à internet, com bandas limitadas e infraestruturas deficitárias. Os próprios sistemas educacionais não estavam preparados para uma situação desse nível, o que interrompe e atrapalha o processo educacional, observou.

Promovida pelo Conjuve, em parceria com a Organização em Movimento, Fundação Roberto Marinho, Mapa Educação, Porvir, Rede Conhecimento Social, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Visão Mundial, o levantamento “Juventudes e a Pandemia do Coronavírus" entrevistou jovens de todo o país entre os dias 15 e 31 de maio, por questionário online. A elaboração desse questionário contou com a mobilização de 18 jovens de diferentes realidades e origens, indicados pelas entidades parceiras e de cujos projetos já haviam participado. Todas as fases da pesquisa tiveram os jovens como protagonistas, destacou Marcus Barão. Do universo de respondentes, 66% eram do sexo feminino e 33% do sexo masculino. Segundo os organizadores, isso revela maior engajamento, disponibilidade e interesse das jovens para dialogar com esse questionário e expressar suas opiniões. Barão apontou que isso reforça a importância da construção desse papel de pensar a sociedade das mulheres no Brasil. Com a inovação que a pandemia vai trazer, Barão acredita que escolas vão ter que se adequar e isso pode criar uma nova perspectiva para a juventude. Do total de respondentes, 40% estão na Região Sudeste, 28% no Nordeste, 14% no Sul, 10% no Norte do país e 8% no Centro-Oeste. A maior parte se encontra na faixa etária de 18 a 24 anos (47%), 52% são negros, incluindo pardos e pretos, e 46% são brancos. Do total de consultados, 32% trabalham e estudam, 40% estudam e não trabalham, 18% trabalham e não estudam e 10% não estudam nem trabalham. Desse percentual, 8% disseram estar em busca de trabalho. Trinta e sete por cento moram na capital e 40% no interior. Sessenta e nove por cento participam de algum grupo religioso ou organização social. A pesquisa mostra que o acesso à internet em computador durante o isolamento é menor entre os jovens negros (54%), do que entre os brancos (78%). Os mais jovens dependem financeiramente da família: são 72% na faixa dos 15 aos 17 anos de idade, enquanto os mais velhos são mais independentes financeiramente: 34% entre 18 e 24 anos de idade e 27% entre 25 e 29 anos. Cinquenta por cento trabalhavam antes da pandemia, sendo 40% com trabalho remunerado e carteira assinada. A renda pessoal diminuiu com a pandemia para 33% dos jovens e a renda familiar caiu para 49%. A pesquisa revela também que devido aos efeitos da pandemia sobre a carga de trabalho e a renda, três a cada dez jovens disseram ter buscado complementação para sua renda enquanto seis a cada dez contaram que eles, ou alguém de suas famílias, estão cadastrados para receber a o auxílio emergencial. De forma geral, o sentimento é ruim ou muito ruim em termos de ansiedade, tédio, impaciência. Apesar da predominância dos sentimentos negativos durante o distanciamento social, os jovens se dividem entre otimistas ou pessimistas em relação ao futuro após a pandemia: 27% estão otimistas, contra 34% pessimistas. A maior parte dos jovens que responderam ao questionário está no ensino médio ou na faculdade. As redes sociais e aplicativos de mensagens de WhatsApp e Telegram são os meios em que os jovens menos confiam (67%). Já os sites e aplicativos de órgãos oficiais têm confiança de 65% dos respondentes. Setenta e nove por cento concordam que as medidas de distanciamento social são corretas para evitar a disseminação da covid-19, 65% acham que o comércio e outras atividades não deveriam reabrir sem que o coronavírus esteja controlado e 55% disseram ter medo de sair de casa, mesmo que o comércio e os serviços reabram. Apesar de 72% dos jovens acharem que a pandemia vai piorar a economia do Brasil, 36% acreditam que a organização da sociedade vai melhorar pós-crise, da mesma forma que esperam que o sistema público de saúde do país vai melhorar (40%). Também o modo como trabalhamos vai melhorar um pouco ou muito (49%), com novas oportunidades de trabalho para quem mora afastado dos grandes centros urbanos, por conta do aumento do trabalho remoto. Quarenta e oito por cento também creem que surgirão novas formas de estudar mais dinâmicas e acessíveis que as atualmente em vigor. Os participantes da pesquisa valorizam as ações em relação à ciência e saúde: 96% confiam na descoberta da vacina contra o coronavírus como uma ação importante para a retomada depois da pandemia; 44% dos jovens ainda acham que a sociedade vai reconhecer mais os educadores; e 46% preveem que a ciência e a pesquisa terão mais prestígio e receberão mais investimentos. Além disso, 48% acreditam que as relações humanas e a solidariedade terão mais atenção pós-pandemia.

 

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Estados perdem R$ 16 bilhões em arrecadação no 1º semestre

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Em meio à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, os estados brasileiros atravessaram o primeiro semestre de 2020 com uma queda na arrecadação de R$ 16,4 bilhões em comparação com o mesmo período do ano passado. Levantamento da Folha com base nos relatórios de execução orçamentária dos estados aponta que, das 27 unidades da federação, 20 registraram queda na arrecadação nos primeiros seis meses deste ano. Seis estados e o Distrito Federal tiveram arrecadação maior que no ano passado, com destaque para Mato Grosso e Amapá. Ao todo, os estados tiveram uma receita com impostos, taxas e contribuições de R$ 251 bilhões entre janeiro e junho de 2020 contra R$ 267,6 bilhões no mesmo período de 2019, em valores atualizados pela inflação; uma queda de 6%. A perda de receita aprofundou a crise em estados que já vinham enfrentando um cenário de dificuldade nas contas públicas, caso de Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Os três estados mantêm o pagamento escalonado de servidores públicos. O tempo de atraso para quitar os salários dos servidores, que havia sido reduzido para 13 dias em janeiro deste ano, alcançou 39 dias em maio. Dessa forma, os salários que deveriam ter sido pagos até 31 de maio só foram totalmente quitados em 9 de julho. Em geral, o impacto da perda de receita dos estados só não será pior por causa da aprovação das medidas de auxílio financeiro do governo federal aos estados e municípios. Estados e DF receberão, juntos, R$ 22,3 bilhões. O benefício, contudo, vai compensar apenas entre 30% e 40% da perda de arrecadação dos entes, conforme estudo feito pela Secretaria da Fazenda de São Paulo.



Município de Brumado registra mais de 450 pacientes curados da Covid-19

Foto: Divulgação

No boletim de domingo (02), o município de Brumado registrou 453 pessoas curadas da Covid-19, o novo coronavírus. Desde o início da pandemia, a cidade já registrou 525 casos da doença. O número representa 18,64% do total de 2.816 notificações. Entre os diagnósticos: 3 internações, 4 óbitos, 68 pacientes em tratamento e 453 recuperados. No momento, 50 ainda aguardam resultado laboratorial e 1028 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município.



Estudo aponta que cada pessoa infectada no Brasil transmitiu Covid para outras três

Foto: Divulgação

Cada pessoa infectada com a Covid-19 no Brasil transmitiu a doença para três outros indivíduos, em média. A informação é de um estudo publicado hoje na revista científica "Nature Human Behavior", que analisou os dados entre os meses de fevereiro e maio. Comandado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Oxford, o estudo aponta que o índice de transmissibilidade da Covid-19 no Brasil até maio ficou em 3,1. De acordo com o portal Viva Bem, do Uol, o índice está acima do que foi registrado na Europa, em países muito atingidos pela pandemia, como Espanha (2,6), Reino Unido (2,6), França e Itália (ambos com 2,5). A pesquisa foi feita com a base de dados do Ministério da Saúde até o dia 31 de maio. À época, o Brasil possuia 514.200 casos confirmados da Covid-19, que tinham resultado em 29.314 mortes. Pacientes que viajaram para o exterior - podendo assim ter contraído a doença em outro país - foram excluídos da análise. O Brasil hoje registra 2.613.789 casos oficiais de covid-19 e 91.377 mortes, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa.



Brumado: 'Costurando Amor' é retomado com a doação de 10 mil máscaras nas comunidades

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Costurando Amor, projeto da RHI Magnesita que no primeiro semestre realizou a confecção e doação de cerca de 50 mil máscaras em diversas cidades e estados no Brasil onde a companhia possui unidades, foi retomado. Esta nova etapa conta com a parceria do Grupo DASS (empresa com foco em soluções industriais e mercadológicas para marcas esportivas, com unidades industriais no Brasil e na Argentina), responsável pelo corte de 10.000 máscaras que estão sendo costuradas pelo projeto Costurando Amor para doação para comunidades de Brumado (BA). Serão 10.000 máscaras distribuídas à população. Além desse número, há também a confecção de 3.000 máscaras para os colaboradores da RHI Magnesita que retornarão ao trabalho presencial nas unidades nos próximos meses. Para que a ação pudesse ser realizada, a RHI Magnesita convocou parte das costureiras integrantes do Costurando Amor. A previsão é de que a distribuição das novas máscaras ocorra a partir de setembro, por líderes comunitários que percorrerão cada localidade. “A prevenção continua sendo a melhor atitude de proteção, pois, infelizmente, ainda convivemos com o vírus e seu poder de transmissão. As participantes estão muito felizes em prosseguir com esse trabalho tão significativo para a saúde das comunidades de Brumado, porque todos entendemos tratar-se de um incentivo ao cuidado das famílias e de nossos colaboradores. É um prazer para a RHIM Magnesita contribuir no combate ao vírus”, destaca Lucilla Soledade, coordenadora dos Projetos Sociais da RHI Magnesita no Brasil. As comunidades beneficiadas pela distribuição das máscaras são: Vila Presidente Vargas, Campo Seco e Pedra Preta.