A Meta, proprietária do Instagram e do Facebook, anunciou nesta terça-feira (7) que está encerrando seu programa de verificação de fatos, com início nos Estados Unidos. A companhia passará a utilizar as chamadas "notas de comunidade", um sistema no qual os próprios usuários fazem correções, semelhante ao modelo implementado no X (antigo Twitter), de Elon Musk. O anúncio foi feito pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, que afirmou: “Os verificadores têm sido muito tendenciosos politicamente e destruíram mais confiança do que criaram”. Ele também admitiu que, com o fim da verificação por terceiros, "menos coisas ruins serão percebidas" na plataforma, mas ressaltou: "Também vai cair a quantidade de posts e contas de pessoas inocentes que, acidentalmente, derrubamos." Em um vídeo publicado no Instagram, Zuckerberg declarou ainda que a empresa pretende colaborar com Donald Trump, que assumirá a presidência dos Estados Unidos no próximo dia 20. Em fala que se alinha com as do rival Musk, o presidente da Meta falou em pressionar governos que, segundo ele, perseguem empresas americanas para implementar mais censura.
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A informação preliminar foi constatada por mergulhadores que identificaram, na última sexta-feira (3), a presença de duas fissuras no tanque, após a suspeita de um possível vazamento levantada pela equipe da Marinha do Brasil que atua na operação de busca e resgate das vítimas. De acordo com o Ibama, foi solicitado relatório oficial das informações obtidas no local pela equipe da Pira-Química, que deverá ser concluído até esta quinta-feira (9). O órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente informou ainda que as análises da qualidade da água do Rio Tocantins não demonstram alterações consideráveis. “Até o momento, os parâmetros avaliados estão dentro da normalidade para água doce. Desde a queda da ponte, não foi constatado impacto à fauna local.”, destacou, por meio de nota.











