ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Aumento dos remédios será mais amargo para os idosos, diz FGV

O bolso dos idosos deve sentir com mais força o reajuste a partir da segunda quinzena de abril (Foto: Evandro Veiga/ CORREIO)

O aumento de até 4,76% no preço dos remédios anunciado pelo governo deve impactar mais os idosos, de acordo com o pesquisador do Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre), André Braz. Mesmo em vigor desde a  publicação na edição do Diário Oficial da União (DOU) de ontem (31),  ainda de acordo com o especialista, o reajuste deve ocorrer com mais intensidade, a partir da segunda quinzena de abril. "A terceira idade sentirá mais o reajuste. No entanto, ele veio abaixo da inflação de 2016 – que foi de 6,29% - isso reduzirá o impacto no custo de vida. Algumas farmácias ainda devem praticar preços antigos, enquanto durarem os estoques", afirma Braz.  O pesquisador acrescenta que algumas farmácias ainda devem praticar preços antigos, enquanto durarem os estoques. Segundo Braz, as novas encomendas devem trazer remédios com o reajuste, o que deve ocorrer com mais intensidade a partir da segunda quinzena de abril. "A expectativa era de um reajuste na ordem de 3,5% para todas as classes terapêuticas, à exemplo de 2016, quando o reajuste foi de 12,5% para todos os medicamentos. Os reajustes não devem ser orientados pela inflação passada, mas sim, pela real necessidade de cada setor. Órgãos reguladores avaliam a necessidade de reajuste, equilibrando os interesses da sociedade e dos fabricantes", ressalta o pesquisador.

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário