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Amazonas: massacre prisional, guerra do PCC e FDN deixam mais de 150 mortos em Complexo Penitenciário

Foto: Divulgação/Polícia Civil

O secretário estadual de Segurança Pública, delegado federal Sérgio Fontes, explicou que a rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado na BR-174, já é considerada a maior de todos os tempos no sistema prisional do Amazonas. Segundo o secretário, seis corpos com a cabeça decapitada foram jogados para fora do presídio pela muralha. Todos são integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa rival da Família do Norte (FDN), apontada por Sérgio Fontes como a organização criminosa que está a frente dessa rebelião. Fontes disse que ainda não há um número exato de mortos ou feridos. O que ele garantiu é que quatro dos 12 agentes penitenciários feitos reféns já haviam sido liberados. Vários policiais que estavam de folga foram convocados para fazer a segurança das demais cadeias instaladas em Manaus, pois havia a informação de que a rebelião iniciada no Compaj se estenderia para o Centro de Detenção Provisório (CDP), Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat). Até a unidade de medida sócio-educativa Dagmar Feitoza, no bairro da Alvorada, na zona Centro-Oeste, recebeu reforço policial do grupo Fera da Polícia Civil. No andamento da reportagem diverso áudios dos criminosos estão sendo enviados para o whatssap, presos pedindo socorro e os direitos Humanos para ir até o local. Mais de 130 presos fugiram.  (Por Portal CM7)

 

Foto: Divulgação/Polícia Civil


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