ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Quase 10% dos concluintes baianos do Ensino Fundamental experimentaram crack

Quase 10% dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental matriculados em escolas da Bahia já utilizaram o crack. Os números foram apresentados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE). Com 9,9% dos 183.491 estudantes ouvidos declarando que já experimentaram drogas ilícitas e consumiram crack nos dias anteriores à pesquisa, feita em 2011, a Bahia fica acima da média nacional, que é de 5,5%. Quem também ultrapassa a média brasileira é a região Nordeste, com 8,6% dos estudantes do 9º ano tendo declarado que consumiram crack nos 30 dias anteriores à pesquisa. Salvador tem média de 3%, ficando abaixo da média nacional. Na capital, 5,9% dos que declararam ter usado crack eram do sexo masculino – nenhuma mulher declarou – e 14,4% estudavam em escolas da rede privada – 1,1% eram alunos de escolas públicas. Ha quanto ao uso da maconha, são os estudantes soteropolitanos quem ficam acima da média nacional: 49,9% dos estudantes declararam ter experimentado drogas ilícitas e fumado maconha nos 30 dias anteriores à pesquisa. A maioria deles também estudava em escolas privadas – 56,3%. A Bahia (43,3%) e o Nordeste (41,6%) ficaram abaixo da média em percentual de estudantes que contaram ter experimentado drogas e usado maconha. A pesquisa não aponta os meios pelos quais os adolescentes, entre 12 e 16 anos, tiveram acesso às drogas. Do total de baianos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental que respondeu à pesquisa, 4,1% disseram já terem sido forçado a manter uma relação sexual. O percentual na Bahia é maior do que a média nacional, de 4%. Quando a vítima é do sexo feminino, a média baiana também é maior – 4,4%, contra 4,3% no Brasil. A maior parte das vítimas de estupro disse estudar em escolar públicas (4,4%), contra 2% em escolas privadas.Em Salvador, a média é abaixo das capitais nacionais (3,7%). Mesmo assim, 3,3% estudantes disseram ter sofrido relações sexuais forçadas e a média de meninas é ainda maior (3,9%) – 4,2% estudam em escolas públicas e 1,7% em escolas particulares. Do total de meninas baianas que disseram já ter tido relações sexuais, 15,6% contaram já ter engravidado. O percentual é acima da média nacional (9%). Já em Salvador, 6,2% das meninas que afirmaram ter tido relações sexuais engravidaram.(Correio)



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário