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Atirador que matou jornalistas foi orientado a procurar ajuda psicológica; veja cena do atentado

Bryce foi colega de trabalho das vítimas (Foto: Reprodução)

A chefia de reportagem da WBDJ7, emissora afiliada da CBS, já tinha pedido para Bryce Williams procurar ajuda médica por conta do comportamento agressivo exibido pelo então funcionário. A informação está em memorandos internos da emissora, segundo reportagem da BBC. Williams foi o responsável por atacar e matar uma repórter e um cinegrafistas enquanto faziam uma matéria ao vivo nos EUA.  Williams trabalhou por dois anos na WBDJ7. Ele é suspeito de matar dois ex-colegas de trabalho em uma transmissão ao vivo, na Virginia, EUA, na quarta-feira (26). Além do vídeo da transmissão, Williams também filmou sua aproximação das vítimas e os disparos. A repórter Alison Parker, 24 anos, e o cinegrafista Adam Ward, 27, estavam no local fazendo uma entrevista quando foram baleados. Williams postou em redes sociais o vídeo com o registro. Ele depois atirou em si mesmo e morreu.  O nome oficial do suspeito é Vester Lee Flanagan II. Ele alegou nas redes sociais que Alison fez comentários racistas sobre ele e que Adam fez uma reclamação contra ele nos Recursos Humanos. A ABC News afirmou que recebeu depois do ataque um fax de uma pessoa alegando ser Bryce Williams. Nas últimas semanas, um homem que se identificava com o mesmo nome ligou para a emissora dizendo que queria sugerir uma pauta via fax, mas nunca disse do que se tratava. O fax era um documento de 23 páginas em que autor diz seu verdadeiro nome e dá uma explicação para os assassinatos. Cerca de uma hora depois de receber o fax, a ABC recebeu uma ligação de um homem dizendo ser Bryce afirmando que estava com as autoridades "atrás dele". O suspeito desligou rapidamente. Na carta enviada por fax, Bryce diz que seu crime foi motivado pelo ataque em junho a uma comunidade negra de Charleston, na Carolina do Sul, que deixou 9 mortos. O crime, aparentemente, foi motivado por racismo.



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