Mais de R$ 12 milhões em bens e ativos financeiros supostamente vinculados a uma facção criminosa foram bloqueados pela Justiça durante a Operação Eirene II, deflagrada nesta quarta-feira (16) pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, em conjunto com as Polícias Militar, Civil e Federal. A ofensiva também resultou na apreensão de armas de fogo, drogas e munições. Ao todo, foram cumpridos 33 mandados de prisão preventiva nos estados da Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Somente na Bahia, 22 ordens judiciais de prisão foram cumpridas. De acordo com as investigações, os alvos são integrantes de um grupo suspeito de envolvimento com uma série de crimes, entre eles tráfico de drogas, homicídios, extorsão, lavagem de dinheiro e posse e porte ilegal de armas de fogo. O bloqueio patrimonial integra a estratégia de enfrentamento às organizações criminosas, atingindo recursos que, segundo as investigações, estariam relacionados às atividades ilícitas do grupo. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que a operação faz parte das ações permanentes das forças de segurança contra organizações criminosas que atuam no estado. Werner também citou uma operação realizada na terça-feira (15), no bairro de Cajazeiras, em Salvador, que terminou com a interceptação de nove suspeitos de integrar uma facção criminosa. Na ação, foram apreendidos quatro fuzis, uma carabina, uma espingarda, pistolas, colete balístico, carregadores e drogas. As ações fazem parte da estratégia integrada das forças de segurança para desarticular estruturas criminosas, com atuação simultânea no combate ao tráfico, aos homicídios e à movimentação financeira de grupos investigados.
Operação Eirene II bloqueia mais de R$ 12 milhões de facção criminosa e cumpre 33 mandados de prisão
Foto: Divulgação 


















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