ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

MPBA firma acordo com Prefeitura de Brumado para regularizar serviço de hemodiálise da Clinefro

Caminhão irregular é interceptado e recuperado em Brumado

Suspeito de feminicídio em Maetinga é encontrado vivo após simular suicídio; aponta investigação da Polícia

Brumado entra na rota do maior gasoduto em construção na Bahia e reforça vocação industrial

Polícia Militar prende suspeito de matar o próprio irmão horas após o crime em Brumado

TCM determina suspensão de licitação da Prefeitura de Aracatu após denúncia de irregularidades

Brumado: Discussão entre irmãos termina com jovem de 22 anos morto a tiros na Vila Presidente Vargas

Lula envia projeto que prevê fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas

Rio do Antônio: Polícia age rápido e localiza suspeitos de espancar homem em estabelecimento comercial

Mulher é presa após esfaquear homem no centro de Tanhaçu

Caminhoneiro de Malhada de Pedras é sequestrado por quadrilha armada e tem carreta roubada no oeste da Bahia


Bancários paralisam as atividades nesta quarta-feira (15)

(Foto: Ascom / Sind. Bancários de Conquista e Região)

Foi aprovada em assembleia realizada na noite desta terça-feira (14), na sede do Sindicato, a paralisação das atividades nas agências bancárias durante toda a quarta-feira (15), em protesto contra o Projeto de Lei nº 4330, que legitima a terceirização e precariza as condições de trabalho. A mobilização conta também com a participação de outros movimentos e entidades sindicais, como o SIMMP, Sindilimp, Sindsaúde, Levante Popular, ADUSB, entre outros. Para a bancária Nilssana Rocha, da CEF de Barra do Choça, o PL 4330 representa a perda dos direitos da classe trabalhadora. “É importante que a sociedade saiba que estamos contra esse projeto, pois ele é extremamente prejudicial para os trabalhadores, levando à perda de nossos direitos”, afirma a bancária. Para o presidente do SEEB/VCR, Paulo Barrocas, é preciso que os bancários se mantenham unidos e lutem contra a terceirização. “Não podemos deixar que esse Projeto de Lei seja aprovado pelo Senado. Precisamos manter a categoria unida em busca da manutenção dos direitos que foram conquistados através de toda uma história de luta”, conclui Paulo.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário