O Dia Mundial de Luta contra a AIDS é comemorado em vários países. A data foi instituída como forma de despertar a necessidade da prevenção, promover o entendimento sobre a doença e incentivar a análise sobre a AIDS pela sociedade e órgãos públicos. Porém, se faz necessária a promoção constante de campanhas a fim de evidenciar a importância da prevenção, visto que a AIDS e o HIV continuam sendo desafios de saúde pública global, com avanços no tratamento (antirretrovirais, PrEP, PEP) que permitem vida longa, mas persistem altas taxas de infecção (milhões de novos casos anuais), desigualdade, estigma e mortes (um por minuto em 2022 globalmente), com meta de erradicação da pandemia até 2030. No Brasil, há redução na mortalidade, mas crescimento nos novos casos de HIV e AIDS recentemente. A AIDS é a doença causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Esse vírus ataca o sistema imunológico, que é o responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. O vírus é capaz de alterar o DNA dessa célula e fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.
Clínica Mais Vida alerta para a importância do diagnóstico precoce do vírus do HIV
Foto: Divulgação AIDS ≠ HIV
É importante esclarecer que nem todo indivíduo que vive com o vírus chega a desenvolver a síndrome. Isso acontece por conta das variações dos sistemas imunológicos de cada pessoa ao combater o HIV. A transmissão do HIV e, por consequência da AIDS, acontece das seguintes formas: sexo vaginal sem camisinha; sexo anal sem camisinha; sexo oral sem camisinha; uso de seringa por mais de uma pessoa; transfusão de sangue contaminado; da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação; instrumentos que furam ou cortam não esterilizados. Um fator bastante primordial é que os pacientes soropositivos, que têm ou não AIDS, podem transmitir o vírus a outras pessoas. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. Especialistas explicam que quando ocorre à infecção pelo vírus causador da AIDS, o sistema imunológico começa a ser atacado. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Desta forma, a maioria dos casos passa despercebido. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4+ (glóbulos brancos do sistema imunológico) que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Os sintomas mais comuns nessa fase são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a AIDS. Quem chega a essa fase, por não saber da sua infecção ou não seguir o tratamento indicado pela equipe de saúde, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. A adesão ao tratamento é importante para a pessoa ficar indetectável. Nessa condição a pessoa não transmite o vírus e tem grande melhoria na qualidade de vida. O medicamento está disponível para todas as pessoas vivendo com HIV/AIDS. O fornecimento é gratuito pelo SUS. A AIDS está incluída na Lista Nacional de Doenças de notificação Compulsória (LDNC), além dos casos de infecção pelo HIV, gestantes/parturientes/puérperas com HIV e de crianças expostas. Agende sua consulta. A prevenção é a melhor forma de cuidar da sua saúde! Para maiores informações, ligue:
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