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Papa Francisco morre aos 88 anos: líder da Igreja Católica deixa legado de reformas e compaixão

Foto: Reprodução

O Vaticano anunciou na manhã desta segunda-feira (21/04) a morte do papa Francisco, aos 88 anos. A notícia foi confirmada pelo cardeal Kevin Farrell, camerlengo da Santa Sé. “Queridos irmãos e irmãs, é com profunda tristeza que comunico a morte do nosso Santo Padre Francisco”, declarou em pronunciamento oficial. Nascido Jorge Mario Bergoglio, na Argentina, Francisco fez história ao se tornar o primeiro latino-americano e o primeiro jesuíta a ocupar o trono de Pedro, em março de 2013. Durante seus 12 anos de pontificado, destacou-se pela simplicidade, pela ênfase em uma Igreja mais próxima dos pobres e por promover reformas significativas na administração do Vaticano. O papa estava internado desde 14 de fevereiro, inicialmente por causa de uma bronquite. Nos dias seguintes, seu quadro evoluiu para uma infecção polimicrobiana e pneumonia em ambos os pulmões. O Vaticano classificou a condição como “complexa”. Francisco enfrentou longos episódios de crises respiratórias e precisou de transfusões de sangue e ventilação mecânica não invasiva. Desde jovem, o pontífice apresentava fragilidade pulmonar. Ele perdeu parte do pulmão ainda na juventude, após um quadro grave de pleurisia. Nos últimos anos, sua saúde se deteriorou: em julho de 2021, foi submetido a uma cirurgia para retirada de parte do cólon devido a uma diverticulite. Em 2023, foi hospitalizado duas vezes, uma em março, para tratar uma bronquite, e outra em junho, para uma nova cirurgia abdominal. Apesar das limitações, Francisco manteve uma rotina intensa, utilizando cadeira de rodas para amenizar dores no joelho e nas costas, e realizando sessões regulares de fisioterapia. O mundo se despede de um papa que marcou seu tempo com coragem, humanidade e compromisso com os mais vulneráveis. Ainda não há informações oficiais sobre os ritos funerários ou sobre o conclave que escolherá seu sucessor.



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