ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Estudo revela contaminação por amianto no sudoeste da Bahia décadas após fim de mina

Foto: Divulgação

Um levantamento realizado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) revelou que moradores de quatro cidades do sudoeste baiano ainda sofrem os efeitos da exposição ao amianto, mesmo após quase 60 anos do fechamento da mina de São Félix, que operou entre 1939 e 1967. Entre 2 e 20 de setembro de 2024, uma equipe médica percorreu os municípios de Bom Jesus da Serra, Caetanos, Poções e Planalto, onde examinou 584 pessoas. O resultado: 66 foram diagnosticadas com Doenças Relacionadas ao Amianto (DRA). A maioria dos casos envolve exposição indireta, por meio do ambiente contaminado. A mina foi operada pelas empresas Saint-Gobain (Brasilit) e Sama (ligada à Eternit), sem medidas de contenção ambiental após o encerramento das atividades. O amianto foi usado amplamente na construção civil local, inclusive em casas, estradas e até lápides. O estudo recomenda ações imediatas, como acompanhamento médico contínuo, exames periódicos e a criação de um centro regional especializado em doenças pulmonares. Para viabilizar a ação, o MPT destinou R$ 540 mil, vindos de acordos judiciais com empresas. Apesar dos avanços, os especialistas alertam: o número de afetados pode ser muito maior, já que o total de examinados representa menos de 1% da população local.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário