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Estudantes de Rio do Antônio criam hidratante natural para auxiliar no cuidado de pessoas com diabetes

Foto: Divulgação

O diabetes afeta milhões de brasileiros e apresenta diversos sintomas. Segundo a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), 10,2% da população brasileira tem o diagnóstico da doença. Entre seus efeitos, estão o ressecamento e rachaduras na pele. Para ajudar a minimizar esses impactos, estudantes do Colégio Estadual de Rio do Antônio, Lara Souza, Thiago de Oliveira, Guilherme Pereira e Luanne Cristina de Souza, desenvolveram, sob a orientação de Renata Queiroz, um creme hidratante à base de pinhão-roxo. Durante os estudos, os jovens cientistas descobriram o potencial medicinal do pinhão-roxo. “Tudo começou com o desejo de criar algo natural e acessível para ajudar os pacientes diabéticos. Sabíamos que o pinhão-roxo tem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e emolientes. Por ser uma planta comum na nossa região, enxergamos uma oportunidade de transformá-lo em um produto útil e sustentável. Para fazer a extração das substâncias, usamos técnicas como a maceração e a infusão”, explica Lara. Ela acredita que o produto pode trazer benefícios às comunidades locais através da valorização do pinhão-roxo. “Esse é um dos pontos mais importantes para nós. O projeto pode gerar renda tanto para quem cultiva o pinhão-roxo quanto para aqueles envolvidos na produção do creme. Além disso, estamos destacando os recursos naturais da nossa região e mostrando como eles podem ser úteis no cotidiano”. O produto, desenvolvido com o apoio da Secretaria da Educação (SEC) e de empresas locais, está em fase de testes. No futuro, os estudantes planejam buscar autorizações para comercialização. “O creme foi testado e os resultados podem variar conforme a idade, o estado do sistema imunológico e a profundidade das lesões dos indivíduos. Ele mostrou eficácia na cicatrização mais rápida de feridas e deixou a pele visivelmente mais hidratada com o uso contínuo. Agora, queremos realizar mais testes e obter as certificações necessárias”, diz Lara.



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