ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Pais suspeitam de negligência em atendimento médico após bebê de um ano e meio morrer em Caetité

Foto: Reprodução l Arquivo da Família

Os pais de um bebê de um ano e seis meses que morreu dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h), em Caetité, no Sudoeste baiano, suspeitam de negligência no atendimento médico. A morte de Pedro Lucas Pereira Macedo ocorreu no último domingo (8), após ser internada na instituição. De acordo com os pais do menino, Pedro Lucas estava com quadro de dor e foi atendida na unidade de saúde, foi medicada, no entanto, foi liberada pelo médico para tomar o restante da medicação em casa. “Na madrugada, meu filho apresentou febre e dor. Pela manhã, retornei à UPA, onde o médico plantonista disse que iria colocar ele no soro e aplicaria algumas doses de medicamentos (dipirona e profenid). Minutos depois, meu filho começou a apresentar reações alérgicas”, contou ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Natália do Nascimento Pereira, mãe do garoto. O médico que atendeu a bebê disse que o chorro da criança estaria provocando as dores, mas não teria feito nenhum exame, segundo os familiares. “Meu filho estava agonizando, mas ele [o médico] falou que era normal, que estava tudo sob controle. Como mãe, sabia que não estava”, afirmou ao repórter Lay Amorim. O menino retornou para casa e os sintomas pioraram. Pedro Lucas voltou para a UPA e, desta vez, segundo a mãe, foi constatado que ele estaria com uma reação alérgica. O menino foi internado e recebeu medicamentos. "Eles entraram com adrenalina e outros remédios. Colocaram ele no oxigênio e na regulação porque ele precisaria de uma UTI”, disse a mãe. No entanto, na sala vermelha, a criança acabou vindo a óbito. A família aponta que houve negligência médica no caso. “Eu clamo e preciso de justiça. Não sabia que meu filho tinha alergia à medicação, mas teve negligência porque o médico poderia ter pedido exames laboratoriais, uma ressonância, raio-x ou qualquer coisa que fosse para intervir. Meu filho estava agonizando. Quero justiça”, cobrou.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário