ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Jovens cientistas utilizam coração da bananeira para desenvolver creme facial

Foto: Divulgação

Considerada uma das principais culturas agrícolas brasileiras, a bananeira se consolidou como um pilar econômico nacional e também baiano. Em 2023, a Bahia ocupou a segunda posição entre os estados produtores de banana, com produção de 913.790 toneladas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao identificar o potencial dessa planta tão presente em sua região, no município de Queimadas, as estudantes Gabriela Santos e Maryane Reis, do Centro Territorial de Educação Profissional Santa Bernadete, com orientação de Déborah Amaro, criaram um creme facial usando o extrato do coração da bananeira. A jovem cientista Gabriela explica que o produto foi criado para valorizar tanto o potencial da planta quanto o ecossistema local: “a ideia surgiu da combinação entre a riqueza desse cultivo e nosso interesse em desenvolver algo que valorizasse a biodiversidade regional e suas potencialidades para a saúde e a beleza. A bananeira é uma planta amplamente cultivada e, muitas vezes, seu coração é descartado. Aproveitar esse recurso agrega valor a um subproduto, que é rico em antioxidantes, flavonoides e ácidos fenólicos”. De acordo com Maryane, os testes mostraram que o produto, nomeado de Hidratação Tropical, tem compostos anti-inflamatórios e antioxidantes: “durante os testes, feito com um grupo de voluntários, observamos um aumento nos níveis de hidratação da pele após o uso diário do produto, com resultados visíveis já na primeira semana. Em peles ressecadas, o creme apresentou uma eficácia ainda maior, com uma melhoria notável na textura e elasticidade da pele. Além disso, foram feitos testes de tolerância para garantir que o produto é seguro”. O projeto, que conta com apoio da Secretaria da Educação (SEC), tem como próximo passo melhorar o desenvolvimento da Hidratação Tropical. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário