ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Combate à carne clandestina na Bahia depende de mudança cultural e de mais abatedouros para bovinos, avalia diretor da Adab

Foto: Divulgação

Um terço da carne abatida na Bahia ser clandestina fez acender um alerta sobre os riscos da prática, considerada crime pelo risco causado à saúde. A Bahia é líder em rebanho de caprinos e ovinos e é o sétimo que mais abate bovinos no país. Um dos obstáculos para a carne ter a qualidade garantida é um costume que se nega a aceitar os novos tempos: o abate clandestino. Geralmente feito em locais impróprios, sem qualquer cuidado higiênico e alheio à fiscalização, o procedimento é considerado menos custoso, o que faz com que ele tenha ainda maior adesão. O fato, porém, é contestado. Para o diretor-geral da Agência Estadual de Defesas Agropecuária [Adab], Paulo Luz, a diferença é irrisória pelo valor que a carne vai ter no último destino, a mesa do consumidor. “Tem abatedouro que cobra basicamente o mesmo preço de que marchante cobra para abater clandestinamente. É uma diferença muito pouca, coisa de R$ 30 a mais. Esse argumento não se sustenta não”, disse Paulo Luz. Segundo ele, pelo abate irregular, o consumidor não ficará sabendo se o animal é saudável, já que não tem fiscalização. “É uma questão cultural mesmo. A população tem que se conscientizar que, quando compra uma carne clandestina, não sabe o que está levando para sua família. Pode ser uma carne com cisticercose, com tuberculose, abatida no meio de cachorro, de rato, sem nenhuma higiene. Quando você compra uma carne inspecionada, você sabe que ali foi acompanhada por um veterinário, que teve uma agência que inspecionou, que tem um selo de garantia”, argumentou. Um dos fatores que auxiliaria na melhora dos índices de abate regulares seria a criação de mais abatedouros. A queixa de que esses locais gerariam um custo alto para as prefeituras também não encontra concordância com o diretor da Adab. Sistemas de concessão e parcerias públicos-privadas podem ser uma saída para cidades garantirem qualidade na carne produzida.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário