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Com uma campanha de imunização lenta, Brasil diz que poderá fornecer vacinas a países mais pobres

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Mesmo sob investigações sobre propostas para a compra de vacinas que foram ignoradas e com problemas para manter a produção de doses, o governo brasileiro afirmou na Organização Mundial da Saúde (OMS), nesta terça-feira (25), que o país pode fornecer vacinas a nações mais pobres. O discurso dos representantes do Itamaraty foi realizado no segundo dia da Assembleia Mundial da Saúde, encontro que dita estratégias de combate ao coronavírus. As informações são de Jamil Chade, do UOL. "O Brasil está pronto para contribuir aos esforços globais contra a Covid-19, por meio do fornecimento de doses de vacinas produzidas localmente", disse a delegação brasileira. Durante o encontro não foi mencionado quando isso poderia ocorrer e nem como esse fornecimento seria feito. Na última semana, Fiocruz e Instituto Butantan ficaram sem insumos para continuar a produção das vacinas, o que atrasou a segunda dose em vários estados do país. "Hoje, nossa maior esperança para permitir o retorno gradual e seguro à normalidade é a ampla vacinação. Até o momento, o SUS já distribuiu mais de 90 milhões de doses de vacinas e vacinou mais de 55 milhões de pessoas, dentre as quais mais de 80% de indígenas", disse o ministro Marcelo Queiroga. Conforme número divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa, são 41,9 milhões de brasileiros que receberam pelo menos uma dose de imunizante. Até o momento, 20,6 milhões de pessoas foram beneficiadas por duas doses.



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