A agência de publicidade Brax, especializada em negócios esportivos, assinou contratos com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que totalizam quase R$ 1,5 bilhão. Esses acordos abrangem os direitos de transmissão da Série B até 2026 e as placas de publicidade nos estádios durante os jogos da Copa do Brasil. No entanto, há especulações de que o contrato de R$ 974 milhões para a Série B teria sido rompido. A Brax nega essas alegações, enquanto a CBF não confirma nem nega. A Brax e a CBF se reuniram em 29 de fevereiro e 7 de março para discutir o assunto, e um anúncio oficial pode ser feito nos próximos dias. Bruno Rodrigues, sócio da Brax, afirmou ao Poder 360 que a empresa tem uma boa relação com a CBF e que estão em negociação para encontrar a melhor solução para ambas as partes. Ele também negou que a agência não esteja cumprindo com os pagamentos, como tem sido especulado no mercado. O contrato entre a Brax e a CBF foi assinado em 10 de março de 2023, com a aprovação do presidente Ednaldo Rodrigues. De acordo com o contrato, a Brax deveria pagar R$ 974,6 milhões pelos direitos de transmissão da Série B (repassados à Band) por quatro anos. Em caso de rompimento do contrato, a Brax teria que pagar metade do valor total do acordo, ou seja, R$ 487,3 milhões. Além dos direitos de transmissão da Série B até 2026, a Brax tem um contrato de R$ 520 milhões com a CBF para as placas de publicidade nos jogos da Copa do Brasil. Quando somados, o valor dos dois acordos se aproxima de R$ 1,5 bilhão. Apesar das desconfianças de alguns dirigentes, a Brax afirma ter saúde financeira para honrar os contratos firmados e ressalta que o capital social não reflete o caixa da empresa.
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“Já iniciamos a compra para distribuição”, disse Ethel, em entrevista coletiva. A secretária lembrou que outros testes para diagnóstico de dengue, como o RT-PCR, amplamente utilizado durante a pandemia de covid-19, são mais sensíveis na detecção do vírus. Entretanto, em meio à explosão de casos de dengue no país, o Ministério da Saúde decidiu recomendar teste rápido para o diagnóstico de dengue com a devida orientação aos profissionais de saúde das redes estaduais e municipais. O teste rápido recomendado pelo ministério deve ser realizado entre o primeiro e o quinto dia de sintomas, período em que a maioria dos pacientes busca um serviço de saúde. Mesmo em casos de resultado negativo, o paciente deve ser monitorado e ações estratégicas, como a hiper-hidratação, devem ser adotadas, reforçou. Para casos graves e mortes suspeitas por dengue, a orientação da pasta permanece sendo a realização de exame laboratorial, e não do teste rápido, uma vez que este tem limitações, como a incapacidade de rastrear o sorotipo de dengue que causou o agravamento do quadro ou o óbito do paciente.








