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Falta de vacina, e não Lula, coloca em risco reeleição de Bolsonaro, avaliam interlocutores

Foto: Reprodução

Logo depois da decisão do ministro Edson Fachin, devolvendo o ex-presidente Lula para as disputas eleitorais, o presidente Jair Bolsonaro reagiu dizendo que os brasileiros não querem de volta um candidato como o petista. As declarações do presidente não foram bem recebidas por interlocutores, que avaliam que Bolsonaro precisa focar na vacinação e não em polarizar com Lula neste momento. "Se o presidente não resolver o problema da falta de vacinas, a crise sanitária vai se agravar ainda mais e, aí, Bolsonaro não perde para Lula ou qualquer outro candidato, perde para ele mesmo", disse um interlocutor presidencial. Segundo assessores presidenciais, a avaliação dentro do Palácio do Planalto é que a crise da pandemia está num momento muito grave e delicado. Ou seja, a ficha caiu. Segundo um auxiliar de Bolsonaro, a equipe mais próxima do presidente já tinha essa avaliação, mas agora o próprio chefe já teria acordado para a gravidade do momento. O problema, destacam os interlocutores, é que o presidente resiste a mudar sua posição em relação ao uso de máscara e distanciamento social. Mas já estaria convencido de que é preciso acelerar a vacinação, para resolver a atual crise e evitar o fracasso de seu governo. "Estamos num momento gravíssimo. Vamos focar nas vacinas, e não no debate eleitoral. Não adianta ficar falando de Lula de volta ao páreo, porque o governo tem problemas maiores para resolver agora. Se não forem resolvidos, o presidente não chega competitivo em 2022", acrescentou outro interlocutor de Bolsonaro. Aliados do presidente da República defendem que, se ele não mudar de posição em relação ao uso de máscara e distanciamento social, ele poderia pelo menos tomar a decisão de se vacinar. Bolsonaro já chegou a dizer que não se vacinaria, mas assessores esperam que ele mude de posição. Seria uma sinalização positiva para toda população sobre a importância de se vacinar, acrescentam assessores.



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