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E agora, vai dá Marina Silva?

Quando as cartas pareciam definidas, a morte de Eduardo Campos mostra que no jogo eleitoral o que parece certo é tão instável quanto surpreendente. Vice, Marina Silva, a petista do passado, a mulher criada no seringal, a dona de 19,6 milhões de votos em 2010, se vê diante de um ‘clamor’ nas redes sociais para assumir a disputa da coligação Unidos Pelo Brasil (PSB, PHS, PRP, PPS, PPL, PSL).

 

Seu nome era o segundo mais citado, ontem, no Twitter. Perdia apenas para menções ao ex-governador de Pernambuco. Marina poderia estar na aeronave que caiu. Mas como tinha um compromisso na capital paulista, embarcou num voo comercial com seus assessores. Não foi a primeira vez que escapou da morte.

 

Na adolescência, no Acre, conseguiu sair ilesa de uma hepatite, cinco malárias, uma leishmaniose e da própria miséria, que dividia com os pais nordestinos e 11 irmãos no seringal Bagaço. Foi empregada doméstica analfabeta até os 16 anos e religiosa. Sempre. Quis ser freira, mas acabou evangélica.



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