ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Bahia: Médico do INSS cobrava até R$ 3,5 mil para afastar pessoas do trabalho por 6 meses

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os cheques e depósitos em nome de um médico-perito do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) são algumas provas que a Polícia Federal (PF) tem de que ele chefiava uma organização criminosa que fraudava benefícios previdenciários na Bahia. O funcionário público, que não teve nome o nome revelado, chegava a cobrar R$ 3,5 mil para afastar uma pessoa por seis meses. “Além disso, nas investigações constatamos que as pessoas envolvidas sempre se reportavam a ele, outra característica de que ele comandava o grupo”, diz a nota da Polícia Federal. A operação denominada de "Teia de Aranha", foi executada na manhã de terça-feira (7). A operação cumpriu três mandados de prisão preventiva, dez de busca, uma medida de recolhimento domiciliar, além de três afastamentos de função pública dos servidores envolvidos na organização criminosa. Apesar de ter sido apontado nas investigações da PF como líder da organização, o médico-perito do INSS não foi preso. O funcionário público cumpre uma medida de recolhimento domiciliar. Ou seja, ele foi afastado do trabalho e é obrigado a permanecer em casa à noite e nos fins de semana. Segundo a PF, o INSS deve instaurar um procedimento administrativo para apurar a conduta do médico-perito e de outros três servidores envolvidos no esquema fraudulento. De acordo com a PF, o esquema funcionava da seguinte forma: os servidores do INSS direcionavam as pessoas ao médico-perito que, logo após, fazia a proposta durante a perícia. No caso das pessoas com algum problema de saúde, o médico cobrava para aprovação ou prorrogação dos benefícios. Em alguns casos, pessoas que não tinham nenhum problema de saúde, mas queriam receber dinheiro da previdência, eram recrutadas pelos intermediários, que por sua vez agenciavam a documentação para fazer o esquema fraudulento. Segundo a PF, o médico-perito chegou a cobrar R$ 3,5 mil por seis meses de afastamento. Aproximadamente 100 pessoas que participaram da fraude estão sendo investigadas e terão que devolver todo o dinheiro. Um terceiro alvo da operação se apresentou na tarde de terça na sede da PF e está custodiado.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário