ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Inflação da baixa renda começa 2020 com desaceleração

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os preços dos alimentos subiu menos e aliviou a taxa de inflação para as famílias de baixa renda neste início de ano, com relação a 2019. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-C1, que calcula a inflação para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos, ficou em 0,55% em janeiro – abaixo dos 0,93% de dezembro. A taxa também é menor que a variação de 0,59% registrada no mesmo período pelo IPC-Br, que mede a alta de preços para famílias com renda de um a 33 salários mínimos mensais. No acumulado em 12 meses, no entanto, a inflação para as famílias de baixa renda segue maior que a do conjunto da população: 4,55%, ante 4,13% do IPC-Br. A carne bovina, que vinha pressionando o custo de vida nos últimos meses, teve queda de 2,27%, após alta de 11,78% em dezembro, e contribuiu para a menor alta de preços do grupo alimentação – cuja taxa recuou de 3,08% em dezembro para 0,83% no mês passado. Apesar da alta em alimentação, o tomate exerceu a maior influência de alta sobre o IPC-C1 em janeiro, ao subir 19,68%. Também ficaram menores na mesma comparação as taxas dos grupos despesas diversas (de 1,40% em dezembro para 0,16% em janeiro), vestuário (de 0,46% para -0,24%), transportes (de 0,82% para 0,50%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,31% para 0,29%). Destaque para as acelerações registradas em tarifa de eletricidade residencial (de -5,40% para 0,86%), cursos formais (de zero para 5,07%) e mensalidade para TV por assinatura (de -0,57% para 1%).



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário