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Estudo realizado em Brumado faz um alerta sobre o assoreamento do leito no Rio do Antônio

Foto: Luciano Santos l 97News

“O rio se encontra morto. No trecho que corta a cidade, a situação de poluição do rio é mais intensa”. Essa previsão é da professora especialista em mineração e meio ambiente, Camila Reis. Segundo a professora, o assoreamento, fenômeno conhecido como o soterramento do leito do rio, ocorre devido à quantidade de sedimentos deixados no afluente ao longo dos anos. Segundo ela, dados e imagens via satélite referentes ao atual estado do leito da barragem do Rio do Antônio, mostram que da área total da barragem, que são cerca de 241 hectares, 18,8% encontra-se com a lâmina d'água exposta e 64,5% está assoreada. 

Foto: Reprodução l Google Mapas

Descarga de esgoto e afluentes domésticos, além da acumulação de material orgânico e de entulho no entorno da barragem, estão entre as causas para o assoreamento do leito do rio. “A lâmina d'água está realmente muito pequena, impossibilitando o seu uso para lazer ou atividades de captação de água”, afirmou. Para tentar evitar que o assoreamento do Rio do Antônio, ela aposta na educação ambiental e na limpeza da calha da barragem para aumentar a sua capacidade de armazenamento e evitar possíveis transbordamentos em épocas de chuva. 



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