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Novembro Azul: Como anda a saúde dos homens? 97NEWS vais as ruas e ouve brumadenses

Foto: Manu Nunes l 97NEWS

Muitos homens enfrentam o câncer em silêncio, quando não precisam. Em alusão a câncer de próstata, o mês de novembro é o principal período onde a campanha se destaca. Mas mesmo assim, muitos ainda enfrentam o assunto como um "tabu". As campanhas incentivam os homens a deixarem o preconceito de lado durante o mês de novembro como uma forma de mudarem a maneira como “encaram” os cuidados com a própria saúde. Em busca de informações sobre "como anda a saúde dos homens", a reportagem do 97NEWS foi as ruas e entrevistou principalmente profissionais e trabalhadores da cidade, que em sua maioria alegam falta de tempo para cuidar de si mesmo. O mecânico Marcio Silveira da Paixão, de 48 anos destacou a importância da campanha, mas mesmo assim, afirmou que com a correria do dia a dia, os exames ficam em segundo plano. "A gente fala que não senti nada, todos os dias enfrentamos as dificuldades do trabalho, mas esquecemos da saúde. As vezes não procuramos uma unidade de saúde com o pensamento de não está sentindo nada, mas se for avaliar pelo que comemos e bebemos, se procurar uma unidade de saúde, vai dar alguma alteração. Principalmente depois que passamos dos 45 anos", diz o mecânico que ainda completou que vai cuidar mais da saúde. "Já comentei até com minha esposa, vou realizar uma bateria de exames e me precaver", relata. No Brasil, o câncer de próstata é o 2º mais comum entre os homens. A taxa de incidência da doença é 6 vezes maior nos países desenvolvidos se comparados com os países em desenvolvimento. Outro mecânico, Antônio Castro de 51 anos disse ao 97NEWS que ainda não fez o exame de "toque", mas ele pretende procurar o médico após parar de fumar. "Parei de fumar e tomar remédio de pressão, então preciso procurar um médico", conta Castro. Questionado se ele ainda não fez o exame por preconceito, ele afirmou que não, que assim como a mulher faz o exame "preventivo" todos os anos, o homem também não deve enxergar por este lado. "A mulher faz o papel dela todos os anos. Então porque nós homens também não? O preconceito está na cabeça da pessoa, eu ainda este mês vou procurar a unidade de saúde, além do mais no meu caso, que já tenho registros de câncer na minha família", contou. 



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