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Contaminação com alumínio pode ter matado 25 pacientes em clínica de hemodiálise da Bahia

Foto: Divulgação

Ao menos 25 mortes de pacientes que faziam tratamento em uma clínica de hemodiálise de Salvador, estariam relacionadas à contaminação por alumínio. É o que dizem os pacientes que continuam fazendo hemodiálise na clínica. “A gente sabe que os óbitos aconteceram logo após o período da contaminação, mas as famílias na ocasião não tinham conhecimento do erro da clínica”, declarou Cintia Carla da Silva Gomes, 41, uma das pacientes contaminadas. “Estou de luto por meu marido há três meses e é um misto de dor, revolta e medo, principalmente, porque assim como ele, também fui contaminada e posso morrer a qualquer momento por cauda do erro da clínica”, desaba Sandra, esposa de Gilson de Jesus Silva, 46, que faleceu em agosto deste ano. Gilson fazia hemodiálise no mesmo endereço há 18 anos. O limite tolerável é de dez microgramas por litro de sangue, mas nos pacientes examinados pela própria clínica, o número variava entre cem e duzentos microgramas. O processo do caso de Salvador está na 18ª vara de consumo, e por conta dessa ação pelo menos 18 pacientes estão fazendo tratamento para amenizar os sintomas provocados pela contaminação. Entretanto, o que mais preocupa os pacientes é que de maio até outubro, outros 25 pacientes que faziam tratamento na clínica morreram. A relação da contaminação com as 25 mortes registradas na clínica ainda é investigada.



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